quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO - INSTALAÇÃO DO CONSELHO DA PAZ EM 30 DE JANEIRO DE 2014 -

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA - 30 DE JANEIRO A 28 DE FEVEREIRO DE 2014
"O MUNDO ATRAVÉS DAS EMBAIXADAS"  - TIAGO JOSÉ BERG
PARCERIA
MUSEU DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC
LOCAL - 3º ANDAR DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES - ROMEU TUMA JÚNIOR - PROGRAMA RODA VIVA - DIA 3 DE FEVEREIRO.




Vale a pena divulgar:

    
    No próximo dia 3 de fevereiro (segunda-feira), o Programa Roda Viva, na TV Cultura, agora sob a coordenação do jornalista Augusto Nunes, entrevistará o Romeu Tuma Jr, autor do livro "Assassinato de Reputações - um crime de Estado".
          Acontece um fenômeno interessante com esse livro: é o primeiro em vendas nas livrarias há várias semanas e com exceção da Revista Veja ninguém fala dele.
             Nem o grandioso ex-presidente Lula, apresentado como informante do DOPS pelo testemunho pessoal do autor se manifesta.
             Tinha a obrigação de processar o autor por injúria, calúnia, difamação e sei lá mais o que, mas nem toca no assunto.
             O que é mais triste: a imprensa também não toca, por isso imagino as pressões que o Augusto deve estar sofrendo desde já para não fazer essa entrevista.

SÃO PAULO - CIDADE ABERTA - RECEBI ESTE TEXTO EM SOLENIDADE NO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO, NA DATA DA COMEMORAÇÃO DA CULTURA DA PAZ E INSTALAÇÃO DO CONSELH0 DA PAZ



SÃO PAULO – CIDADE ABERTA
Plagiando o cineasta italiano Roberto Rossellini, em sua obra prima “Roma Cidade Aberta” estamos vivendo momentos de angústia, abandono e insegurança na cidade de São Paulo, que se tornou nas últimas décadas em Cidade Aberta.

A violência contagiosa ligada ao fluxo de imigrantes da América Latina, Caribe, Africanos e os retirantes desafortunados, provenientes de comunidades empobrecidas por interesses políticos, de várias localidades do país, todos vem à cidade de São Paulo em busca de melhores condições de vida. Mas as condições educacionais e habilidades profissionais, pelas quais não possuem. Dão o que pensar! Essa falta de profissionalismo e desenvolvimento educacional de cidadania e responsabilidade social que a metrópole exige, tornaram-se escravos de um sistema perverso e cruel, criado pelo próprio poder público nesta e em outras localidades. A posição das centenas de milhares de seres humanos expulsos de suas roças, pelo avanço das máquinas no campo e de suas casas em países devastados pela economia subdesenvolvida, transformaram a cidade de São Paulo em local perigoso e cruel, provido de emoções assassinas, professando uma hostilidade irreconciliável em relação ao estado organizado, pujante reerguido no início do século XX por imigrantes altamente profissionais vindos de uma civilização europeia com educação e disciplina social.

Os espetáculos que estamos observando de desagregação da sociedade paulistana, exibido quase que diariamente, não passa de uma igualdade de influência do poder político, quer no âmbito municipal e estadual, formado por homens incompetentes, vulgares e sem amor à Cidade de São Paulo.

O resultado, em presenciar um processo engenhoso de políticos sem as virtudes necessárias em trabalhar pelo bem do povo, vem se apossando dos governos, por homens de baixo nível intelectual, sem caráter e sem ética, criando cargos de gestores públicos aos líderes das comunidades, manipuladores de votos desse povo despreparado e sem conhecimento da realidade de uma sociedade civilizada da qual detemos a quinta economia mundial.

Antes de concluir esta breve resenha das coisas que impressionam os paulistanos pelo total abandono de sua cidade, locomotiva do país chamado Brasil, tem se curvado aos gritos ameaçadores de uma geração vazia, sem rumo, graças ao poder político, de violência e loucura ilimitada.

Uma coisa é certa. A honra e a sensatez exigem que o Estado de São Paulo, seja preservado e que a sociedade tradicional paulistana, corajosa, dinâmica e complexa, tem o dever de iniciar um BASTA, nesta vasta metrópole, por um sistema totalmente novo, dinâmico, estável e sem qualquer burocracia.

“Avisando que a mentira, tem prazo de validade”. Temos o dever de governar com transparência, eficiência e honestidade, visando os próximos 50 anos de crescimento sustentável e dinâmica empresarial.

Moacyr Forte
Administrador – Professor de Relações Internacionais
Presidente Curador do Instituto Brasil de Desenvolvimento

MOMENTOS DIFÍCEIS DA HISTÓRIA BRASILEIRA NA VISÃO DO GRÃO-MESTRE ALAOR FRANCISCO TISSOT, DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES



Carta da Loja Maçônica AO POVO BRASILEIRO

Caros Irmãos,

Concordando com as palavras desta manifestação da Loja Acácia das Neves de São Joaquim, recomendamos a leitura e a divulgação entre os Irmãos e principalmente entre nossos contatos no mundo profano.
Fraternalmente,
Alaor Francisco Tissot
Grão-Mestre - GOSC

CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22
ORIENTE DE SÃO JOAQUIM FILIADA AO GOSC
 
Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história. O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.
A tirania mudou sua face. Já não encontramos os tiranos do passado, que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço. Os tiranos de hoje saqueiem a Pátria e degolam as cabeças de outra forma. A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.
Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano, que na construção do Grande Coliseu disse:
DAI PÃO E CIRCO PARA POVO. Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos, especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de pão e de circo.

Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções. Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena.
Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços. Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já, outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes
diante de um Estado inoperoso, ineficiente e absolutamente corrompido. Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.
Porém, a construção dos circos, continua ! Mas o pão e o circo também vem dos Big Brothers das Fazendas, das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais. Quanto mais circo, mais pão ao povo.

E o mais triste é que o povo mantido na ignorância, é disso que mais gosta. Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de
lazer. O Coliseu está entre nós. O circo está entre nós.
Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema, subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes.

Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos. Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno, nem mesmo para morrer.

Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos, não cubanos. Os tiranos tem a audácia de repassar R$ 40.000.000
,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização. Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa.
É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania. Esses médicos recebem migalhas daquele governo.  Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares. 
Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba, solucionaria o problema de inúmeros de pequenos hospitais pelo interior deste País. Mas não é a isto que ele servirá.
Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado, de profissionais que não tem asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres e com seus familiares aprisionados na ilha garantido os objetivos dos irmãos imperadores.
E nós brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentarmos todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte.

Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS.
Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda, através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado, que pode achegar ao percentual de 27,5%.
Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por cada profissional, cabos eleitorais desses governantes.

Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.

Não podemos aceitar a armação desse circo, em cujo picadeiro, povo brasileiro é o palhaço !!
 
A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem. Foi por mãos de Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil, da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura. Foi pelas mãos de Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.

E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado, com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual !!

Não podemos ficar calados e inertes !! A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito, seu brado para a libertação do povo.
Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.

A Loja Maçônica Acácia das Neves, incita a todos os IIrm.: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada a todas Lojas e Maçons desta Pátria, o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar-Te.


ALAOR FRANCISCO TISSOT