terça-feira, 1 de janeiro de 2019

60 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA - 1º DE JANEIRO DE 1959

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60 a. da REVOLUÇÃO CUBANA, em 1º de janeiro de 1959. FIDEL CASTRO chega ao poder em CUBA, após liderar uma guerrilha contra a ditadura de FULGÊNCIO BATISTA (que foge do país, buscando asilo na REPÚBLICA DOMINICANA). A luta termina quando os rebeldes tomam HAVANA, a capital do país. FIDEL promove a reforma agrária e nacionaliza as empresas. Milhares de cubanos deixam o país e se estabelecem na FLÓRIDA, onde passam a representar uma força política contrária ao presidente. A história de CUBA independente sempre esteve intimamente ligada aos EUA. Em 1898, EUA e ESPANHA travaram uma guerra cujo estopim fora à explosão, ao que tudo indica, acidental, do couraçado americano USS MAINE em visita a CUBA, então colônia espanhola. Os EUA venceram a guerra e CUBA se tornou independente, porém sob intenso controle americano, política e economicamente. A ponto de sua capital, HAVANA, tornar-se uma espécie de colônia de férias de americanos ricos e, em GUANTÁNAMO, no extremo leste da ilha, ter sido instalada uma base militar dos EUA, que apoiaram, em 1952, o golpe do ditador FULGÊNCIO BATISTA. Já em 1953, o rebelde cubano FIDEL CASTRO tentou depor BATISTA, ao liderar um grupo de 165 universitários na tentativa de tomar o quartel de MOCADA em 26 de julho. Metade dos estudantes foram mortos; o líder, preso, mas libertado sem completar o primeiro ano de uma pena fixada em mais de uma década. CASTRO se refugiou no MÉXICO, onde criou o Movimento 26 de Julho, que anos depois conquistaria o poder na ilha. Em 2 de dezembro de 1956, FIDEL e mais 81 rebeldes deixaram o MÉXICO a bordo do iate GRANMA e desembarcaram no sul de CUBA, na praia LAS COLORADAS.    


O COMUNISMO NA VISÃO DE GETÚLIO VARGAS.

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83 a. PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE GETÚLIO VARGAS. A 1º de janeiro de 1936, por ocasião da passagem do ano, ainda sob o pungente impacto da Intentona Comunista de 27 de novembro, o Presidente da República incluiu no discurso que dirigiu à Nação, as seguintes palavras: "Alicerçado no conceito materialista da vida, o comunismo constitui-se o inimigo mais perigoso da civilização cristã. À luz da nossa formação espiritual, só podemos concebê-lo como o aniquilamento absoluto de todas as conquistas da cultura ocidental, sob o império dos baixos apetites e das ínfimas paixões da humanidade - espécie de regresso ao primitivismo, às formas elementares da organização social, caracterizadas pelo predomínio do instinto gregário e cujos exemplos típicos são as antigas tribos do interior da Ásia. Em flagrante oposição e inadaptável ao grau de cultura e ao progresso material do nosso tempo, o comunismo está condenado a manter-se em atitude de permanente violência, falha de qualquer sentido construtor e orgânico, isto é, subversiva e demolidora, visando, por todos os meios, implantar e sistematizar a desordem para criarem-se, assim, condições de êxito e oportunidades que lhe permitam empolgar o poder para exercê-lo tiranicamente, em nome e em proveito de um pequeno grupo de ilusos, de audazes e de exploradores, contra os interesses e com o sacrifício dos mais sagrados direitos da coletividade. Nunca poderá vencer, portanto, utilizando a propaganda aberta e franca, feita lealmente e sem temor à verdade, para dominar a vontade das maiorias, pelo exercício do voto livre. Bem diversos, daí, os seus métodos e expedientes de expansão e proselitismo. Pregando ou conspirando, os seus apóstolos jamais confessam o que são, mas, ao contrário, desdizem-se ou se declaram, quando mais corajosos, socialistas avançados ou pacíficos simpatizantes das idéias marxistas. A dissimulação, a mentira, a felonia constituem as suas armas, chegando, não raro, à audácia e ao cinismo de se proclamarem nacionalistas e de receberem o dinheiro da traição para entregar a Pátria ao domínio estrangeiro. Sejam quais forem os disfarces e os processos usados, os adeptos do comunismo perseguem invariavelmente os mesmos fins. Como por toda parte, também entre nós distribuem-se por categorias de fácil identificação. Há os conspiradores, partidários da violência, querendo precipitar os acontecimentos pelos golpes de força e pela técnica da rebelião, certos de que nunca poderão contar com a maioria da representação política, ou antes, seguros de que terão de enfrentar sempre a repulsa integral do povo brasileiro. Esses são, pelo menos, coerentes, porquanto o regime soviético visa precisamente instituir o governo das minorias opressoras, escravizando a inconsciência das maiorias. Há os pregadores, os professores, os doutrinadores do comunismo, disfarçados em marxistas, em ideólogos de nova era social, mistificadores de toda casta, perniciosos e astutos. São os que envenenam o ambiente, turvam as águas, não praticando, mas ensinando o comunismo nas escolas, distribuindo livros sectaristas, propinando o veneno e protestando inocência a cada passo, pois não invocam, na sua lábia, a violência e sim a modificação evolutiva dos valores universais. Tão perigosos quanto os outros, definem-se pela pusilanimidade e pela hipocrisia com que se mascaram, adaptando-se às exigências do meio social onde vivem e de cujo trabalho se mantêm parasitariamente. Nas promessas abundantes e falazes, os nossos comunistas imitam os apóstolos do bolchevismo russo, evitando, porém, relembrar como conseguiram sovietizar a Rússia. Também eles se diziam protetores do proletário, e suprimiram a sua liberdade, instituindo o trabalho escravo; prometiam a terra, e despojaram os camponeses das suas lavouras, forçando-os a trabalhar por conta do Estado, sob o jugo de uma ditadura feroz, reduzidos ainda a maior miséria. Padrão eloqüente e insofismável do que seria o comunismo no Brasil tivemo-lo nos episódios da baixa rapina e negro vandalismo de que foram teatro as ruas de Natal e de Recife, durante o surto vergonhoso dos implantadores do credo russo, assim como na rebelião de 27 de novembro, nesta Capital, com o registro de cenas de revoltantes traições e até de assassínio frio e calculado de companheiros confiantes e adormecidos. Os fatos não permitem mais duvidar do perigo que nos ameaça. Felizmente, a Nação sentiu esse perigo e reagiu com todas as suas reservas de energias sãs e construtoras. A quase unanimidade das forças políticas do País, integradas todas na opinião pública, mobilizou-se para fortalecer o Governo na adoção das medidas necessárias para agir dentro da lei e dar maior eficiência às suas decisões repressivas. Confortador, sob todos os aspectos, foi esse movimento da opinião nacional, através dos órgãos mais autorizados de todas as atividades políticas, econômicas e sociais do País. O Poder Legislativo colocou-se à altura das responsabilidades do momento, demonstrando que a estrutura democrática do regime possui flexibilidade bastante para sobrepor-se aos assaltos do extremismo subversivo e demolidor. A rápida e vigorosa ação das Forças Armadas, repelindo e dominando, nesse lance lamentável, as ambições e o desnorteamento de alguns maus militares, foi exemplarmente patriótica. Evidenciando-lhes o espírito de lealdade e civismo, serviu para demonstrar, ao mesmo tempo, a conveniência de se conservarem afastados e à margem das lutas políticas, para melhor se consagrarem ao tirocínio das atividades profissionais, ao culto da disciplina e da obediência aos poderes constituídos, ao devotamento pela segurança pública e pela integridade da soberania nacional. Outra reação exemplificante, no combate ao surto extremista, foi a do trabalhador brasileiro, que de modo explícito negou solidariedade aos empreiteiros da desordem. O programa apregoado pelos sectários do comunismo no Brasil, ignorantes do que vai pelo País e vazios de idéias válidas, incluía como aspiração do proletariado nacional, reformas já executadas e em pleno vigor. O nosso operário nada teria a lucrar com o regime soviético. Perderia, pelo contrário, as conquistas obtidas como concessão espontânea dos poderes instituídos, em troca da submissão ao trabalho forçado e coletivo. Basta referir para tanto, os direitos e os benefícios assegurados a nossos trabalhadores desde 1930, como sejam a organização sindical, a lei das 8 horas, a regulamentação do trabalho das mulheres e das crianças, a lei chamada "dos 2/3", obrigando o aproveitamento de dois terços de nacionais em todos os estabelecimentos do comércio e da indústria, a aplicação da lei de férias, a representação de classes e finalmente a instituição de grande número de institutos de previdência social, garantidores da subsistência na velhice ou na invalidez, amparando o futuro das famílias, na desgraça ou na orfandade, para os comerciários, bancários, empregados de empresas de transporte, marítimos, estivadores e demais colaboradores da riqueza e do bem-estar coletivo." [Transcrito de EM GUARDA (Contra o comunismo) - Coletânea organizada pela Biblioteca Militar (atual Biblioteca do Exército) - Imprensa do Estado-Maior do Exército - 1937.] Transcrito do livro "Lembrai-vos de 35!"- Gen Ferdinando de Carvalho-Bibliex- 1981.


ANO NOVO - MARCELA GUIDO - MEUS CRÉDITOS À COMUNIDADE BARRO BRANCO

ano novo
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marcela guido
31/12/18 (16 horas atrás)
AOS AMIGOS DA CBB:

Como mensagem de ano novo, reproduzo o texto abaixo. Feliz 2019 a todos. Paz e bem.


"Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos! De que adianta, é assim mesmo. Isso é um processo natural. É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia. Essa lei diz que:“A energia de um corpo tende a se degenerar e com isso a desordem do sistema aumenta”. Portanto, tudo que foi composto será decomposto, tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar. Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós. Com o tempo os membros se enfraquecem, os sentidos se embotam.

Sendo assim, relaxe e aproveite. Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha daqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós. O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez. Como disse um dos meus amigos a sua esposa: “me use, estou acabando!”. Hilário, porém realista.
Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi. Pare de evocar lembranças de romances mortos, vai se ferir com a dor que a si próprio inflige. Já viveu essa fase, reconcilie com a sua situação e permita que o passado se torne passado. Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada. O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero.
Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho pra não se tornar caricatura de si mesmo. Fazendo isso ganhará qualidade de vida. Querer reconquistar esse passado seria um retrocesso e o preço a ser pago será muito elevado. Serão muitas plásticas, muitos riscos e mesmo assim você verá que não ficou como outrora. A flor da idade ficou no pó da estrada. Então, para que se preocupar?! Guarde os bisturis e toca a vida.
Você sabe quem enche os consultórios dos cirurgiões plásticos? Os bonitos. Você nunca me verá por lá. Para o bonito, cada ruga que aparece é uma tragédia, para o feio ela é até bem vinda, quem sabe pode melhorar, ele ainda alimenta uma esperança. Os feios são mais felizes, mais despreocupados com a beleza, na verdade ela nunca lhes fez falta, utilizaram-se de outros atributos e recursos. Inclusive tem uns que melhoram na medida em que envelhecem. Para que se preocupar com as rugas, você demorou tanto para tê-las! Suas memórias estão salvas nelas. Não seja obcecado pelas aparências, livre-se das coisas superficiais. O negócio é zombar do corpo disforme e dos membros enfraquecidos.
Essa resistência em aceitar as leis da natureza acaba espalhando
 sofrimento por todos os cantos. Advêm consequências desastrosas quando se busca a mocidade eterna, as infinitas paixões, os prazeres sutis e secretos, as loucas alegrias e os desenfreados prazeres. Isso se transforma numa dor que você não tem como aliviar e condena a ruína 
sua própria alma. Discreto, sem barulho ou alarde, aceite as imposições da natureza e viva a sua fase. Sofrer é tentar resgatar algo que deveria ter vivido e não viveu. Se não viveu na fase devida o melhor a fazer é esquecer.
A causa do sofrimento está no apego, está em querer que dure o que não foi feito para durar. É viver uma fase que não é mais sua. Tente controlar essas emoções destrutivas e os impulsos mais sombrios. Isso pode sufocar a vida e esvaziá-la de sentido. Não dê ouvidos a isso, temos a tentação de enfrentar crises sem o menor fundamento. Sua mente estará sempre em conflito se ela se sentir insegura. A vida é o que importa. Concentre-se nisso. A sabedoria consiste em aceitar nossos limites.
Você não tem de experimentar todas as coisas, passar por todas as estradas e conhecer todas as cidades. Isso é loucura, é exagero. Faça o que pode ser feito com o que está disponível. Quer um conselho? Esqueça. Para o seu bem, esqueça o que passou. Têm tantas coisas interessantes para se viver na fase em que está. 


Coisas do passado não te pertencem mais. Se você tem esposa e filhos experimente vivenciar algo que ainda não viveram juntos, faça a festa, celebre a vida, agora você tem mais tempo, aproveite essa disponibilidade e desfrute. Aceitando ou não o processo vai continuar. Assuma viver com dignidade e nobreza a partir de agora. Nada nos pertence.
Tive um aluno com 60 anos de idade que nunca havia saído de Belo Horizonte. Não posso dizer que pelo fato de conhecer grande parte do Brasil sou mais feliz que ele. Muito pelo contrário, parecia exatamente o oposto. O que importa é o que está dentro de nós, a velha máxima continua atual como nunca: “quem tem muito dentro, precisa ter pouco fora”.
Esse é o segredo de uma boa vida".

Autoria desconhecida. Porém, certamente de um excelente professor de Física e Matemática.

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LIÇÃO DE VIDA DE LARISSA ANDRESSA MEDEIROS

Reprodução / Facebook
Médica catarinense que morreu após câncer deixou carta de despedida com reflexões e conselhos: 'A vida é hoje'
'Tomem as rédeas de suas vidas' e 'Vivam, cada um é dono da sua trajetória' foram algumas das lições deixados por Larissa Andressa Medeiros, de 40 anos.
Por G1 SC
30/12/2018 10h06  Atualizado há um dia


Larissa Andressa Medeiros, uma catarinense de 40 anos, deixou uma lição de vida durante seu tratamento contra o câncer de mama. A médica morreu no dia 22 de dezembro, conforme o Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (Simesc).
O conteúdo da carta deixada por ela com os aprendizados, reflexões e agradecimentos, foi postado nas redes sociais e ganhou destaque nos últimos dias após viralizar na internet ao ser compartilhado por centenas de pessoas.
Por meio de nota, o Simesc lamentou o falecimento da médica, que ocorreu em Curitiba (PR). Segundo o sindicato, o relato da carta foi feito poucos dias antes dela morrer.
Nascida em Lages, na Serra catarinense, Larissa era casada e atuava no hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ela formou-se em 2001 em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi filiada ao Simesc até 2013, quando mudou para a capital paranaense, onde seguiu na atividade profissional na área da Hematologia, com destaque para a atuação na área do transplante de medula óssea.
Leia a carta:
“Querida família!
Ando mais reflexiva e ausente… tem sido dias difíceis. Pensei na morte, mas vi um documentário da minha incoerência, já que é a coisa mais certa… pedi a Deus uma 2ª chance ou força p entender se ele tiver outro propósito.
Vou fazer um pedido aqui:
– Hoje minhas chances de cura são menores do que as de sucesso! Luto por 10% de cura! Sem drama, é um fato!
– Quero e vou vencer, com a ajuda de Deus e Nossa Senhora, sem as estatísticas dos homens!
Mas queria com muito carinho que se lembrem das coisas que estou aprendendo…
– Hoje ter 1, 2, 5 ou 20 milhões num banco, ter um bilhete de viagem maravilhosa, um vestido lindo ou poder ir em restaurantes incríveis... um bom vinho, um doce delicioso… NADA disso eu poderia usufruir agora. Não mudaria minhas chances ou acessos aos remédios, não teria pique e disposição para viajar (não posso me ausentar por mais de 15 dias pela quimio, que tem dado muitas reações extras), não posso beber, comer muitos doces… e não tenho ânimo físico para usar um lindo vestido com alegria…
A vaidade de crescer cientificamente, ganhar algo na profissão, prestígio? Nada fica… perdi tanto tempo com isso… fui tão tola em vários aspectos… só o carinho dos amigos colegas e pacientes que o trabalho trouxe… Mas claro que não serei hipócrita: Trabalhar, responsabilidades, ter economias… são coisas importantes, mas NÃO são mais do que viver o hoje… ter conforto, usufruir das boas coisas da vida valem a pena… Já viver sempre esperando um futuro que pode não chegar, isto é ir morrendo aos poucos.
Então, o que ficou e o que mais me alegra? As boas lembranças dos momentos e experiências que vivi… as risadas, os carinhos, a alegria das viagens que tanto gostava, da comida gostosa fosse caseira ou de um bom restaurante… os sentimentos verdadeiros e o amor puro da família e tantos amigos queridos que redescobri.
Sei que nada será tão palpável como é para mim que precisei passar por isso para ter tanta clareza de pensamentos… ouvia isso dos padres mas não coloquei em prática…
Gostaria q experimentassem sem ter que passar por algo ruim para mudar:
– Brigas, reclamações, vaidades, conflitos… acontecem mas deixam o ar muito pesado, sugam nossa energia e não levam a nada. Transformam a reunião alegre em algo desagradável. Amor, perdão, paz, alegria renovam tudo.
– Nós sendo filhos, noras e genros, pais, irmãos, casais, todos iremos errar… escolher o caminho tem esse desfecho: de acertar ou errar. E errar tem o aprendizado, só o erro traz essa graça de aprender e mudar! Não aprendemos com os erros alheios infelizmente. Os acertos infelizmente também não trazem esse conhecimento todo, por ironia… ninguém sabe o que é certo… o certo para mim não é para os demais.
Vamos conviver em paz, respeitar a individualidade das pessoas, dos casais, mesmo não sendo nossa opinião. Vamos celebrar a vida, ter prazer nos encontros, evitar brigas ou assuntos pesados. Queria que todos que puderem começassem a passear, viajar, praticar a leveza no dia a dia. Quem quiser ir, voltar, sair, ficar, silenciar… siga seu coração… decida por si… não esperem permissão para serem felizes. Só quem pode nos autorizar somos nós mesmos.
– [Nome do marido], meu amor, tem me ensinado muito também… foi um ano terrível para nós… muitas concessões, ajustes… mas nosso amor tem aprendido a ser laço de fita, não e nunca NÓ… nos respeitamos, apoiamos, nos incentivamos mutuamente… se você está estressado, volta da corrida, leve, com o sorriso mais lindo no rosto e só traz boas energias para mim. Não fala nada pesado, não fala de ninguém, sempre positivo, o melhor companheiro que eu poderia ter… meu amor ! Muitas vezes discordamos, queremos coisas diferentes, mas aprendemos a respeitar a decisão do outro sem perder tempo tentando convencer a nossa maneira… acho que ganhamos mais amor e respeito! Amor não é posse ou prisão, é liberdade e respeito.
Sei q ainda temos muito a aprender… mas acho q estamos no caminho, entre acertos e erros.
– Tenho vontade de gritar, para todos que quero bem: “Tomem as rédeas de suas vidas… viajem, namorem, comprem com responsabilidade o que lhes dá prazer… a vida é HOJE!! Só hoje!!! Viagens, comer num lugar gostoso, comprem a roupa bonita que querem.
Não sabemos se viveremos até o futuro… se gozaremos da aposentadoria… se teremos saúde e ânimo p aproveitá-la! Vivam, vivam, cada um é dono da sua trajetória… e a vida dará em troca, amor verdadeiro, grandes amigos que farão parte da família… e muito boas memórias”.
O G1 SC conseguiu o contato com a família às 13h45 deste domingo (30) e informou que por conta da perda estão consternados e preferiu não comentar sobre o assunto.