sábado, 6 de abril de 2019

FALECIMENTO DO CORONEL PM EDUARDO CÉSAR FERNANDES

Enviando email: FALECIMENTO - COMUNICADO
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Atribuir
Carlos Fuga
4 de abr
Outros destinatários: fugacar@uol.com.br
  Com pesar comunicamos o falecimento ocorrido no HOSPITAL NOVE DE JULHO DO
CEL  PM EDUARDO CéSAR FERNANDES
Sepultamento hoje, dia 04/04/2019  , 13:00 h. no Cemitério do Horto
Florestal
Estava com  65  anos de idade (05/09/1953)
Era Aspirante da Turma de 1975
Nossos sentimentos. Que quem partiu esteja descansando em paz no reino de
Deus, e familiares  encontrem conforto para seu coração sofrido. 

EDUARDO CÉSAR FERNANDES NASCEU EM 5 DE SETEMBRO DE 1953.
ENTROU PARA A PMESP EM 21 DE ABRIL DE 1975.
FOI DECLARADO ASPIRANTE A OFICIAL EM 25 DE JULHO DE 1975.
PROMOÇÕES:
2º TENENTE - 24 DE MAIO DE 1976.
1º TENENTE - 25 DE AGOSTO DE 1979.
CAPITÃO - 24 DE MAIO DE 1987
(não tenho a data de sua promoção a major)
TENENTE-CORONEL - 24 DE MAIO DE 1998.
CORONEL - 14 DE JANEIRO DE 2003.
FOI TRANSFERIDO PARA A RESERVA EM
16 DE FEVEREIRO DE 2005. 

CONVITE E CALENDÁRIO DE EVENTOS DO NÚCLEO MMDC DE ITAPIRA "LUZ DA PÁTRIA", DA SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC.

Convite e Calendário de Eventos do Núcleo MMDC de Itapira "Luz da Pátria"


Caixa de entrada
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Núcleo MMDC de Itapira Luz da Pátria mmdc.itapira@hotmail.com

Anexos11:23 (há 9 horas)
para eusociedade32@gmail.com
Caríssimo Sr. Cel. PM Mário Ventura, bom dia!

Conforme nossa conversa ontem (05/04, via fone), faremos a inauguração da Medalha de Honra Coronel Francisco Vieira, do Núcleo MMDC de Itapira "Luz da Pátria", filiado à Sociedade Veteranos de 32, no dia 05 de Julho, às 16h00, no Obelisco do Ibirapuera, oportunidade em que, protocolar e orgulhosamente, convido V. Sa. a ser um de nossos ilustres agraciados.

Desta feita, cancelamos o "Almoço da Medalha" que estávamos organizando para Junho.

Reitero que conversei nesta última quinta-feita (04/04, no CMSE) igualmente com o Professor Adilson Cezar (presidente do CEHM) sobre o mesmo assunto, sendo aceita e aprovada a data de 05 de Julho.

Oportunamente, relaciono abaixo as principais datas de eventos organizados pelo nosso Núcleo, em 2019:
  • 23 de Maio - 1a. Solenidade em Homenagem à Juventude Constitucionalista, com a outorga do Diploma do Mérito MMDC do Núcleo MMDC de Itapira "Luz da Pátria", às 19h00, na Casa da Cultura, à Rua Rui Barbosa, 750 - Bairro Santa Cruz - Itapira/SP;
  • 05 de Julho - Solenidade de Inauguração e Outorga da Medalha de Honra Coronel Francisco Vieira, às 16h00, no Mausoléu do Soldado Constitucionalista, à Praça Ibrahim Nobre, s/n. - Ibirapuera - São Paulo/SP;
  • 09 de Julho - Solenidade em Homenagem aos Heróis de 1932, às 09h00, no Morro do Gravi - Itapira/SP;
  • 09 de Julho - Solenidade de Outorga da Medalha de Honra Coronel Francisco Vieira, às 19h00, no Salão do Juri do Fórum da Comarca de Itapira, à Rua Duque de Caxias, 170 - Bairro Santa Cruz - Itapira/SP;
  • 27 e 28 de Julho - 5º Acampamento Escoteiro Constitucionalista - projeto em parceria do Núcleo MMDC "Luz da Pátria" com iniciativa do 193º Grupo Escoteiro ITAPIRA e Clube dos Desbravadores "Valentes do Rei", na Fazenda Talismã - Itapira/SP;
  • 24 de Outubro - Desfile Cívico Militar pelo 199º Aniversário do Município de Itapira, às 08h00, defronte à Casa da Cultura "João Torrecilhas Filho", Parque Juca Mulato - Itapira/SP.
Obs: O Núcleo fará sempre o possível para participar de outros eventos cívico-militares, mediante convite, com o maior número de membros, podendo haver pelo menos um representante envergando o fardamento histórico da Revolução de 1932 e/ou Pavilhão do Núcleo.

Aproveito o ensejo para manifestar meu profundo respeito e apreço filial ao Sr. e à Sociedade Veteranos de 32 - MMDC, desejando a ambos muita saúde, paz e harmonia.



Fernando Nastri PALMIERI
Fundador e Presidente
Núcleo Base MMDC de Itapira/SP
"LUZ DA PÁTRIA"
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Área de anexos

27 ANOS DO FALECIMENTO DE ISAAC ASIMOV, EM 6 DE ABRIL DE 1992.


Resultado de imagem para falecimento de isaac asimov







Isaac Asimov (em russoИсаак Юдович Озимовtransl.: Isaak Yudavich AzimovPetrovichiRússia Soviética, atual Rússia, período entre 4 de outubro de 1919 e 2 de janeiro de 1920 — Brooklyn6 de abril de 1992) foi um escritor e bioquímico americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.
Asimov é considerado um dos mestres da Ficção Científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado um dos "três grandes" da ficção científica. A obra mais famosa de Asimov é a Série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com a Série Robôs. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia.[1]
A maioria de seus livros mais populares sobre ciência, explicam conceitos científicos de uma forma histórica, voltando no tempo o mais longe possível, quando a ciência em questão estava nos primeiros estágios. Ele providencia, muitas vezes, datas de nascimento e falecimento dos cientistas que menciona, também etimologias e guias de pronunciação para termos técnicos. Alguns exemplos incluem, "Guide to Science", os três volumes de "Understanding Physics" e a "Chronology of Science and Discovery", e trabalhos sobre AstronomiaMatemática, a Bíblia, escritos de William Shakespeare e Química.
Asimov foi membro e vice-presidente por muito tempo da Mensa, ainda que com falta: ele os descrevia como "intelectualmente combalidos". Exercia, com mais frequência e assiduidade, a presidência da American Humanist Association (Associação Humanista Americana).
Em 1981, um asteroide recebeu seu nome em sua homenagem, o 5020 Asimov. O robô humanóide "ASIMO" da Honda, também pode ser considerada uma homenagem indireta a Asimov, pois o nome do robô significa, em inglês, Advanced Step in Innovative Mobility, além de também significar, em japonês, "também com pernas" (ashi mo), em um trocadilho linguístico em relação à propriedade inovadora de movimentação deste robô.


    Biografia[editar | editar código-fonte]

    Isaac Asimov nasceu Isaak Yudovich Ozimov (em russoИсаак Юдович Озимов) em Petrovichi, uma pequena cidade situada na então Subdivisão Governamental de Gomel, situada no oeste da República Soviética Russa (atual Oblast de SmolenskRússia), perto do que hoje é a fronteira entre a Federação Russa e a Bielorrússia. Era filho de Judah Asimov, um comerciante e moleiro, e Anna Rachel Berman-Asimov, uma dona-de-casa, oriunda de uma tradicional família de judeus. Em virtude das diferenças entre o calendário hebraico e o calendário juliano (à época ainda em uso na região pela Igreja Ortodoxa), bem como pela falta de registros, sua data de nascimento não pode ser precisada, situando-se entre 4 de outubro de 1919 e 2 de janeiro de 1920, sendo esta última considerada como a correta por Asimov, que sempre celebrou seu aniversário a 2 de janeiro. A família deriva seu nome de озимые (ozimiye), uma palavra da língua russa que significa um cereal de inverno que o seu bisavô negociava, ao qual o sufixo paterno foi adicionado. Sua família emigrou para os Estados Unidos quando ele tinha só três anos de idade,[2][3]em 1923, se estabelecendo na cidade de Nova York. Como seus pais falavam sempre iídiche e inglês com ele, ele nunca aprendeu russo. Enquanto crescia no distrito nova-iorquino de Brooklyn (onde morou por toda vida e faleceu em 1992), Asimov aprendeu a ler, por si próprio, quando tinha cinco anos e permaneceu fluente em iídiche, bem como em inglês. Seus pais tinham uma loja de doces, e toda a gente da família tinha de lá trabalhar. Revistas baratas de papel de polpa, chamadas pulpsobre ficção científica eram vendidas em lojas, e ele começou a lê-las. Por volta dos onze anos, começou a escrever histórias próprias e, por volta dos dezenove anos, tendo-se tornado fã de ficção científica, começou a vender suas histórias a revistas. John W. Campbell, o editor de Astounding Science Fiction,, para quem ele vendeu suas primeiras histórias, foi uma forte influência formativa e tornou-se um amigo.
    Asimov foi aluno das New York City Public Schools (escolas públicas de Nova Iorque), inclusive a Boys' High School, de Brooklyn. A partir daí, ele foi para a Universidade de Columbia, onde se graduou em 1939, depois tirando um Ph.D. em bioquímica, em 1948. Entretanto, passou três anos, durante a Segunda Guerra Mundial, a trabalhar como civil na Naval Air Experimental Station, do porto da Marinha em Filadélfia. Quando a guerra acabou, ele foi destacado para o Exército Americano, tendo só servido nove meses antes de ser honrosamente reformado. Durante sua breve carreira militar, ele ascendeu ao posto de cabo, baseado na sua habilidade para escrever à máquina, e escapou por pouco de participar nos testes da bomba atómica em 1946 no atol de Bikini.
    Depois de completar seu doutorado, Asimov entrou na faculdade de Medicina da Universidade de Boston, com a qual permaneceu associado a partir daí. Depois de 1958, isto foi sem ensinar,[4] já que se virou para a escrita em tempo integral (suas receitas da escrita já excediam as do salário académico). Pertencer ao quadro permanente significou que ele manteve o título de professor associado e, em 1979, a universidade honrou sua escrita promovendo-o a professor catedrático de bioquímica. Os arquivos pessoais de Asimov, a partir de 1965, estão arquivados na Mugar Memorial Library da universidade, doados por ele a pedido do curador, Howard Gottlieb. A colecção preenche 464 caixas em 71 metros de prateleira.
    Asimov casou-se com Gertrude Blugerman (Canadá, 1917 — Boston, 1990), em 26 de julho de 1942. Tiveram duas crianças, David (n. 1951) e Robyn Joan (n. 1955). Depois da separação, em 1970, ele e Gertrude divorciaram-se em 1973, e Asimov casou-se com Janet Jeppson mais tarde, no mesmo ano.[5]
    Asimov era um claustrofilo; gostava de espaços pequenos fechados. No primeiro volume da sua autobiografia, ele conta um desejo infantil de possuir uma banca de jornais numa estação de metrô de Nova Iorque, dentro da qual ele se fecharia e escutaria o ruído dos carros enquanto lia.[6]
    Asimov tinha medo de voar, só o tendo feito duas vezes na vida inteira (uma vez, durante seu trabalho na Naval Air Experimental Station, e outra, na volta para casa da base militar de Oahu, em 1946). Raramente viajava grandes distâncias, em parte por causa de sua aversão a voar, adicionada às dificuldades logísticas de viajar longas distâncias. Esta fobia influenciou várias das suas obras de ficção, como as histórias de mistério de Wendell Urth e as novelas sobre robôs de Elijah Baley. Nos seus últimos anos, ele gostava de viajar em navios de cruzeiro e, em várias ocasiões, ele fez parte do "entretenimento" no cruzeiro, dando palestras baseadas em ciência, em navios, como os RMS Queen Elizabeth 2. Asimov sabia entreter muitíssimo bem, era prolífico e procurado como discursador. Seu sentido de tempo era fantástico; ele nunca olhava para um relógio, mas invariavelmente falava precisamente o tempo combinado.
    Asimov era um participante habitual em convenções de ficção científica, onde ficava amável e disponível para conversa. Ele respondia pacientemente a dezenas de milhares de perguntas e outro tipo de correio com postais, e gostava de dar autógrafos. Embora gostasse de mostrar seu talento, raramente parecia levar-se a si próprio demasiadamente a sério.
    Ele era de altura mediana, forte, com bigode e um óbvio sotaque de judeus do Brooklyn. Sua motoridade física era bastante limitada. Ele nunca aprendeu a nadar ou andar de bicicleta; no entanto, aprendeu a conduzir um carro, depois de se mudar para Boston. No seu livro de humor, Asimov Laughs Again, ele descreve a condução em Boston como "anarquia sobre rodas".
    Ele demonstrou seu amor por conduzir, em seu conto de ficção científica, Sally, sobre carros-robôs. Um leitor atento reparará que ele faz uma descricção detalhada de um dos carros a que chama 'Giuseppe', de Milão - o que significa que Giuseppe era um Alfa Romeo. Asimov não especificou nenhum outro tipo de veículo em nenhuma das suas histórias, o que levou muitos fãs a considerarem que ele foi contratado por aquela marca de automóvel.
    Os interesses variados de Asimov incluíram, nos seus anos tardios, sua participação em organizações devotadas à opereta de Gilbert and Sullivan e em The Wolfe Pack, um grupo de seguidores dos mistérios de Nero Wolfe, escritos por Rex Stout. Ele era um membro proeminente da Baker Street Irregulars, a mais importante sociedade sobre Sherlock Holmes. De 1985 até sua morte em 1992, ele foi presidente da American Humanist Association; seu sucessor foi o amigo e congênere escritor, Kurt Vonnegut. Ele também era um amigo próximo do criador de Star TrekGene Roddenberry, e foram-lhe dados créditos em Star Trek: The Motion Picture, pelos conselhos que deu durante a produção.
    Asimov morreu em 6 de abril de 1992 em Nova Iorque. Foi cremado e suas cinzas foram espalhadas. Ele deixou sua segunda mulher, Janet, e as crianças do primeiro casamento. Dez anos depois da sua morte,[7] a edição da autobiografia de Asimov, It's Been a Good Life, revelou que sua morte foi causada por SIDA (br: AIDS); ele contraiu o vírus HIV através de uma transfusão de sangue recebida durante a operação de bypass em Dezembro de 1983.[8] A causa específica da morte foi falha cardíaca e renal, como complicações da infecção com o vírus da SIDA.
    Janet Asimov escreveu no epílogo de It's Been a Good Life que Asimov o teria querido tornar público, mas seus médicos convenceram-no a permanecer em silêncio, avisando que o preconceito antiSIDA estender-se-ia a seus familiares. A família de Asimov considerou divulgar sua doença antes de ele morrer, mas a controvérsia que ocorreu, quando Arthur Ashe divulgou que ele tinha SIDA, convenceu-os do contrário. Dez anos mais tarde, depois da morte dos médicos de Asimov, Janet e Robyn concordaram que a situação em relação à SIDA podia ser levada a público.[9]

    Asimov e a Wikipédia[editar | editar código-fonte]

    No livro Escolha a Catástrofe, Asimov disserta sobre os futuros problemas que poderiam levar a humanidade à extinção e como a tecnologia poderia salvá-la. Em certa parte do livro, ele fala sobre a educação e como ela poderia funcionar no futuro.

    Asimov e o Futuro[editar | editar código-fonte]

    Asimov não se mostrou visionário apenas em relação à existência de uma ´´´Biblioteca Global´´´, como visto acima. Em 1964, aceitou uma proposta do jornal The New York Times e fez uma série de previsões acerca do mundo do futuro, projetando-o como seria dali a 50 anos, isto é, em 2014.[10]
    Embora não utilizasse, à época, os termos de hoje, por seus escritos podemos notar que previu a existência dos micro-ondas em nossas cozinhas, da fibra ótica, da internet, dos microchips, das TVs de tela plana e até de pessoas acometidas de depressão. Mas também errou, como ao prever carros voadores e usinas nucleares de fusão atômica.

    Bibliografia selecionada[editar | editar código-fonte]

    Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas, somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo, a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.

    Ficção científica[editar | editar código-fonte]

    Série Robôs[editar | editar código-fonte]

    Ver artigo principal: Série Robôs (Asimov)
    Histórias Curtas

    Série Império Galáctico[editar | editar código-fonte]

    Série Lucky Starr[editar | editar código-fonte]

    Ver artigo principal: Série_Lucky_Starr
    Obras publicadas sob o pseudónimo Paul French[11]

    Trilogia Fundação[editar | editar código-fonte]

    Extensão da série Fundação[editar | editar código-fonte]

    Romances que não fazem parte de séries[editar | editar código-fonte]

    (Ainda que essencialmente independentes, alguns desses romances têm relações mínimas com a série "Fundação".)

    Coletâneas de pequenas histórias[editar | editar código-fonte]

    Lista de contos e noveletas de Isaac Asimov:

    Mistérios[editar | editar código-fonte]

    Romances[editar | editar código-fonte]

    Coletâneas de pequenas histórias[editar | editar código-fonte]

    Não-ficção[editar | editar código-fonte]

    Ciência popular[editar | editar código-fonte]

    Anotações[editar | editar código-fonte]

    Guias[editar | editar código-fonte]

    • Asimov's Guide to the Bible, vols I and II (1981)
    • Asimov's Guide to Shakespeare

    Outros[editar | editar código-fonte]

    Leis da Robótica[editar | editar código-fonte]

    Apresentadas no livro Eu, Robô, as 3 Leis da Robótica foram criadas, como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos, como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade. São elas:
    • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inacção, permitir que um ser humano sofra algum mal.
    • 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
    • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
    Mais tarde, no livro Os Robôs do Amanhecer, o robô Daneel viria a instituir uma quarta lei: a 'Lei Zero':
    • 'Lei Zero': Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por inacção, permitir que ela sofra algum mal.