A REVISTA VEJA DE HOJE TRAZ
NA REPORTAGEM DE CAPA A “SININHO”, NETA DE JÂNIO QUADROS
Bom dia
Olha a notícia. Se
verdadeiro for, o tal deputado está mentindo, pois, o pessoal é todo do
gabinete dele.
E a surpresa maior a tal
Sininho é neta do Jânio Quadros . É mole ?
Assunto: Cidinha Campos: A
Terra do Nunca.
Assistindo a um vídeo de um ex-black bloc fiquei
sabendo que Elisa Quadros, a Sininho, é nada menos que neta do despirocado
ex-presidente Jânio Quadros, filha da Tutu...uma rebelde filha que deu muitos problemas
para seus pais. Sininho sonha em se candidatar a deputada...a presidente...já
pensaram...com as ideias e com o DNA que ela tem , só nos falta essa...
Mara
Mara
Mesmo quando o vandalismo
tomou conta das passeatas e se tornou protagonista das mídias, não faltou quem
desse apoio aos chamados black blocs
JORNAL O DIA " A TERRA
DO NUNCA" - CIDINHA CAMPOS
Rio
- Mesmo quando o vandalismo tomou conta das passeatas e se tornou protagonista
das mídias, não faltou quem desse apoio aos chamados black blocs. Grupos de
direitos humanos estavam sempre de plantão nas delegacias para livrar
arruaceiros da prisão — agora, sabe-se bancado pelo meu, pelo seu, pelo nosso
dinheiro. Isso mesmo: somos nós que pagamos os salários de pelo menos três
servidores lotados no gabinete do deputado Marcelo Freixo e que atuam
diretamente no auxílio aos black blocs em apuros com a lei.
Thiago
de Souza Melo, assessor de Freixo, salário de R$ 5.600, é tesoureiro da ONG
Instituto Defensores dos Direitos Humanos. Foi essa ONG que, por duas vezes,
livrou da prisão Fábio Raposo, coautor do disparo que matou o cinegrafista
Santiago Andrade. Outro é Tomas Fernandes Prisco Paraiso Ramos, membro do
conselho deliberativo do IDDH, também lotado no gabinete de Freixo na Alerj. E
o terceiro é Pedro Daniel Strozenberg, que trabalha nessa dupla função.
O
presidente do IDDH, advogado João Tancredo, que não está na folha da Alerj,
doou R$ 2.200 para a campanha do deputado do Psol. Vários outros membros da ONG
fizeram o mesmo, como Marcelo Murteira de Salles, funcionário de Freixo até
2009.
Na
sua página no Facebook, o IDDH convoca ativistas para manifestações oferecendo
serviço completo: acompanhamento às delegacias para os que forem detidos e
advogados para defendê-los. Para isso, disponiliza on-line os telefones dos
advogados de plantão. Uma banca de respeito. Um estímulo à quebradeira. Tipo:
“Pode quebrar tudo que a gente garante.” Só que, agora, surgiu o primeiro
cadáver. E agora, companheiro?
Era tragédia anunciada. Evidente que, em algum momento, alguém
ia morrer. Se fosse a cabeça de um PM estourada, dificilmente haveria a mesma
comoção. Mas calhou de ser um jornalista, e desta vez não deu para culpar a
polícia. Fosse um estudante a vítima e o algoz, um policial, seria a revolução.
Edson Luís do século 21. Mas o destino foi caprichoso, e os radicais deram
azar. O morteiro partiu de um dos seus. Por essa o Freixo não esperava.
Coube
a uma moça com apelido de fada puxar o fio da meada. Sininho falou demais e
revelou portar um pó mágico que fazia brotar advogados de defesa do chão. Assim
a farsa foi finalmente revelada. Os advogados, na verdade, brotavam do gabinete
de um parlamentar enfant gaté da esquerda e da mídia. Apesar de tantas
evidências, o deputado Marcelo Freixo diz que não tem nada a ver com isso. Ele
é o Peter Pan. Com Sininho, faz parte do Reino da Terra do Nunca, onde meninos
mimados nunca são punidos. São garotos perdidos, sem noção do que significava a
palavra limite.
(Deputada estadual licenciada
e secretária estadual de Defesa do Consumidor).
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