quinta-feira, 31 de julho de 2014

31 de julho de 1955 - PESSOAS FORAM PREJUDICADAS POR UMA DECISÃO MAQUIAVÉLICA

31.07.1995 – 8 horas da manhã eu chegava para trabalhar no  no Banco do Brasil onde por 19 anos dediquei uma vida pela instituição. Prestes a ser promovido a Gerex, pois havia feito várias substituições, tinha um sonho de me aposentar dentro do banco com aposentadoria complementar da PREVI. Mas prejudicado e coagido pela CAIXA DE PREVIDÊNCIA DO BANCO DO BRASIL – PREVI fui obrigado aderir ao primeiro Programa de Demissão Voluntária da Instituição o de 31.07.1995. A forma como fizeram se transformou no maior Plano Voluntário de Demissões da história do país com mais de 13.000 adesões, também, todos coagidos e pressionados de alguma forma a sair do banco. Às 18:30 h. eu chegava em casa e disse para a minha esposa que não era mais funcionário concursado do Banco do Brasil S/A, pedi demissão. Ela não acreditou e não sabia do que ocorria comigo, de minhas dificuldades financeiras e até hoje não entendeu o prejuízo que me causaram. E nunca entenderá a não ser que eu ganhe a ação de 2 milhões de reais que corre na 3ª Vara Cível contra a PREVI em que a MM JUÍZA parece estar encontrando o nexo causal de minha saída do banco, culpa exclusiva da CAIXA DE PREVIDÊNCIA. Saí do Banco do Brasil sem comunicar à minha família. Tive que resolver pela demissão em 08 dias. Conforme o Relatório da Comissão de Justiça do Senador Randolfe Rodrigues, não tínhamos outra saída em escolher entre o suicídio e a demissão. Em pleno recesso do Congresso Nacional, o banco agilizou o processo do PDV. O seu Departamento Jurídico preparou um verdadeiro holocausto, que  pensando que estaríamos sendo conduzidos a uma fila de comida, fomos, mais de 13 mil, impiedosamente fuzilados.
ANATOCISMO – SINÔNIMO DE NAZISMO, MAQUIAVELISMO, FRANQUISMO, SALAZARISMO – A PARTIR DE 1990 O BANCO DO BRASIL E A PREVI VIRARAM TERRAS SEM LEI A FIM DE DAR INÍCIO AOS ELEGÍVEIS. DE INSTITUIÇÕES RESPEITADAS VIRARAM CARRASCAS CAPITALISTAS, DESRESPEITADORAS DOS DIREITOS HUMANOS E MERCENÁRIOS CONTUMAZES. COMEÇOU, AÍ, A USURPAÇÃO AO FUNCIONALISMO DO BANCO DO BRASIL, DENTRE OUTROS MEIOS: ANATOCISMO; RETENÇÃO DA QUOTA PATRONAL PDV-95-97/A PREVI VIROU O MAIOR FUNDO DE PENSÃO DA AMÉRICA LATINA E LOCUPLETOU A CORREÇÃO DO 1/3/ QUOTA PESSOAL. PARA GERAR LUCRO A SEUS ACIONISTAS O CORPO JURÍDICO DO BANCO DO BRASIL FOI CONIVENTE E PERMITIU QUE A CLÁUSULA DO ANATOCISMO ENTRASSE EM MILHARES DE CONTRATOS DE FINANCIAMENTOS EM ÉPOCA QUE A PRÁTICA ERA PROIBIDA. POR ANALOGIA, A ILEGALIDADE SE ESTENDEU A OUTROS COAGIDOS ATRAVÉS DE: ASSÉDIO MORAL; PRESSÃO PSCICOLÓGICA; BRIGAS INTERNAS DE ELEGÍVEIS E GERENTES; APOSENTADORIAS COMPULSÓRIAS; COAÇÃO PARA TRANSFERÊNCIAS ARBITRÁRIAS; DEMISSÕES POR: INADIMPLÊNCIA DE CLIENTES; DE SINDICALISTAS; DE APOSENTADOS DO INSS COM DEMISSÕES SUMÁRIAS; CORTARAM COMISSÕES DE ENDIVIDADOS; DEMITIRAM FUNCIONÁRIOS CANCEROSOS E HOSPITALIZADOS. UM AMEAÇOU EXPLODIR GRANADA SE ASSINASSE A DEMISSÃO, OUTRO EMBEBEU GASOLINA EM COBERTOR, ENROLOU-O NO CORPO E ATEOU FOGO, 28 SUICIDIOS SÓ OS REGISTRADOS PELA MÍDIA. ENFIM A MESMA ILEGALIDADE DO ANATOCISMO, PRÁTICA PROIBIDA NA ÉPOCA, OCORREU, TAMBÉM, COM QUEM NÃO TINHA EMPRÉSTIMOS IMOBILIÁRIOS. COM A LIBERAÇÃO DE DINHEIRO FÁCIL DE 1990 ATÉ 1994, OS SALÁRIOS ERAM PENHORADOS PELOS ALTOS JUROS DO CHEQUE ESPECIAL. EM 1994 OS FUNCIONÁRIOS TIVERAM OS LIMITES CORTADOS, FORÇANDO-NOS A TOMAR EMPRÉSTIMOS EM OUTROS BANCOS E DE PARTICULARES PARA A PREPARAÇÃO DO HOLOCAUSTO E NÃO DEIXAR PISTA DE QUE FOMOS DEMITIDOS POR ENDIVIDAMENTO. A ATITUDE ILEGAL E AUTORITÁRIA DO ANATOCISMO É REPERCUSSÃO GERAL DENTRO DO STF COM A CONDENAÇÃO DA PREVI. E A NÓS COUBE “A DEMISSÃO OU O SUICIDIO.” (Fonte:  PL 0066/07 e PL 4.293/08.) COLABORAÇÃO: DR. REYNALDO (PASTOR - ADVOGADO E APOSENTADO, POR COAÇÃO E AMEAÇAS, COMPULSORIAMENTE DO BB).

A CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL – PREVI com suas artimanhas de cobrar de todos juros altíssimos nos empréstimos deixando a todos com os limites de cheques especiais até 700 % a cima do nosso ganho bruto de salário. Houve 28 suicídios em 1995, que são os 28 mártires de nossa luta pela reintegração que a esperança está no PLS 4.293/08 que tramita no Senado Federal, pela nossa anistia, já aprovado por 2 comissões, em que voltaríamos ao emprego sem direito a nenhum atrasado e nem com direito a aposentadoria da PREVI. Mas está bom para os milhares que se encontram doentes, enfartados, vivendo no mundo do subemprego ou desempregados, com suas famílias desestruturadas e até mendigando pelas ruas, só num escritório de advogados do Estado de São Paulo existem mais de 1.400 processos judiciais da PREVI retomando os imóveis de residências de pessoas honestas, que de importantes funcionários do Banco do Brasil S/A passaram à fama de caloteiros. A esperança está nas instituições constituídas desse nosso país para que faça valer a Constituição contra esse massacre que continua nos impondo, inclusive com a resistência da PREVI em não devolver a COTA PATRONAL aos pedevistas de 1995 a 1997, sendo que uma CONSULTA foi realizada pela ANABB – Associação dos Funcionários do Banco do Brasil entre funcionários da ativa, aposentados e pensionistas e a maioria de 35.140 consultados votaram pela DEVOLUÇÃO DA COTA PATRONAL aos que saíram em Demissões Voluntárias de 1995 a 1997. Fato ocorrido em 2008, mas que até hoje não vimos cor do dinheiro e foi agora em 2014 que descobrimos essa maracutaia. Nossa classe esparramada por todo país não ficou  sabendo que nossa COTA PATRONAL FOI AUTORIZADA A SUA RETIRADA. Assim, a ANABB – Associação dos Funcionários do Banco do Brasil ao fazer a CONSULTA dentro da PREVI deu um cheque em branco para que mexessem em um dinheiro que a nós seria destinado. A CONSULTA ocorreu em 2008, ano em que várias pessoas eram condenadas no mensalão. De lá para cá já desviaram recursos da PREVI para o mensalão, outros foram enviados para paraísos fiscais, com a ingerência de políticos comprometidos com o governo, sem experiência técnica se infiltraram nos ministérios, nas estatais, nas sociedades de economia mistas no fundo de pensão da PREVI e desviaram verbas destinadas a partidos políticos, campanhas eleitorais e  a paraísos fiscais, eclodindo o escândalo dos Fundos de Pensão de 2008, liderados pela PREVI, cujo seu conselheiro se encontra na Itália, ex-diretor do Banco do Brasil, foragido um dos membros do mensalão o único que não se apresentou para cumprir pena. O caso Petrobrás, Lava Jato e outros. O roubo em Brasília é tanto que em 2010 a PREVIC distribuía aos associados da PREVI seu superávit que foi de 15 bilhões de reais e em 2013 a PREVI anunciou estar com um rombo de 4 bilhoes de reais. Prova cabal que meteram a mão nos recursos da PREVI entidade de previdência complementar “fechada”. O dinheiro que era para ser distribuído aos seus associados do SUPERÁVIT de 2007 a 2009, foram desviados para outras finalidades e que a COTA PATRONAL, aprovada a sua devolução em CONSULTA pela maioria de associados da PREVI em 2008 para os funcionários que saíram em PDV de 1995 a 1997, NÃO SE ENCONTRA MAIS LÁ. Já cortaram o BET (Benefício Extra Temporário) dos velhinhos aposentados da PREVI e voltaram a cobrar mensalidades de que eram isentos desde 2007.
A SEGUIR ALGUNS SUICÍDIOS, SOMENTE OS DIVULGADOS PELA MÍDIA NA ÉPOCA, DE EX-FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL S/A E EX-ASSOCIADOS DA PREVI, QUE MORTOS, DEIXARAM PENSÕES, FOI A SAÍDA HONROSA QUE ENCONTRARAM CONTRA O DESEMPREGO.
 Em 10/02/95 funcionário do BB alvejou-se com um tiro na cabeça: Preocupado com a onda de transferências e demissões que anunciavam iniciar-se-iam no BB, o funcionário do CESEC Praça do Carmo - Fortaleza (CE), suicidou-se nas dependências do banco. Com um revólver calibre 38, José Carlos Gondim Sampaio alvejou-se na cabeça. Era casado, tinha uma filha e atuava no meio sindical. O fato, amplamente divulgado na imprensa local, comoveu fortemente a comunidade bancária e o funcionalismo do BB em particular, dado o ambiente de tensão que tomava conta da empresa. Ele deixou um bilhete onde citava os responsáveis pelo seu gesto.
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Em abril de 1995 ocorreram mais três casos de suicídios, no mês de maio mais dois, em junho mais um, totalizando oito casos desde o início do daquele ano: Em vista dos acontecimentos foi apresentada denúncia em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e o Banco do Brasil foi acusado de responsabilidade na ocorrência dos suicídios. Citavam-se, mormente , as pressões sobre os endividados por meio de cartas de ameaça de demissão se as dívidas não fossem pagas em 60 dias!
O representante do banco na audiência, Sebastião Fajardo, chefe do departamento que conduzia processos administrativos dos funcionários, cínica e hipocritamente afirmou a inexistência de ameaças de demissão e contestou os números relativos aos suicídios: disse que foram 6 suicídios e 4 tentativas, mas os funcionários afirmavam serem 10 suicídios e 8 tentativas, tudo por causa do endividamento.
Da mesma forma, tratando a questão em termos numéricos, sem nenhum sentimento, o diretor de recursos humanos João Batista Camargo afirmaria que “os números estavam dentro da média considerada normal para essas ocorrências: 10 casos anuais para um universo de 100.000 empregados” (O Globo 22/06/1995).
OS PSICOPATAS CALCULISTAS, FRIOS E SEUS NÚMEROS SEM SENTIMENTOS NÃO CONSEGUIAM ENTENDER QUE SOMENTE UM SUICÍDIO MOTIVADO PELO PDV SERIA RAZÃO HUMANA SUFICIENTE PARA PARAR O PROCESSO. PORÉM, SABEMOS O QUE MOVIA E NÃO PERMITIA DEMOVER O BB, PREVI E GOVERNO FHC DAS DEMISSÕES, ERA O MISERÁVEL DINHEIRO QUE PRECISAVAM ROUBAR DOS DEMITIDOS PARA “SALVAR” O BANCO DO BRASIL E O TESOURO NACIONAL, QUITAÇÃO DE DIVIDA NEFASTA EM TROCA DAS VIDAS DE PESSOAS E FAMÍLIAS, LUCRARAM COM A MORTE DE INOCENTES.
 http://demitidosdobb.blog.terra.com.br/files/2009/04/suicidio-i.jpg Em 29/06/1995, uma quinta-feira, Ulisses cometeu suicídio, não deixou bilhete que explicasse seus motivos. O bancário tinha 29 anos, há 10 trabalhava no CESEC Praça do Carmo - Fortaleza (CE), onde era presidente da CIPA. Na quarta-feira Ulisses trabalhara das 7:00 até às 18:30, colegas disseram que ele reclamava muito do excesso de trabalho e de toda a situação do funcionalismo, especialmente do endividamento de seus colegas. Costumava falar que havia dedicado sua vida ao banco sem receber nada em troca.
Em 12/07/1995, Salvador (BA), um infarto seguido de morte de funcionário elegível, com 16 anos de banco e 46 de idade, impediu o funcionamento da agência naquele dia (Metáforas do Brasil).
http://demitidosdobb.blog.terra.com.br/files/2009/04/suicidio-vii.jpg Em 16/07/1995 uma funcionária enforcou-se em Curitiba (PR), a agência cessou as atividades enquanto os funcionários protestavam a sua porta.

 Um funcionário ameaçava explodir uma granada em suas mãos caso fosse obrigado a assinar a demissão, enquanto outro, no interior do Ceará, agrediu o gerente. (Metáforas do Brasil).
Em 23/07/1995 Herbert de Souza - o Betinho - declarou que “a reestruturação do BB parecia um assalto ou intervenção”. Betinho conhecia os funcionários do BB, tivera sempre a colaboração e grande participação deles na sua Ação da Cidadania Contra a Miséria, mas, não tinha nem teria mais a participação desses colaboradores. Jânio de Freitas comentou: “Nem na ditadura”.

Em 30/07/1995, um artigo do Jornalista Clóvis Rossi - “ENXUGAR E MATAR” - disse o que acontecia no BB, descrevia que a tensão funcional que vinha se acumulando desde 1994 criara uma situação de extrema anormalidade. Relatava o articulista vários casos de suicídio ocorridos desde então, situações que classificou como “extrema dramaticidade” e colocou em questão a política de recursos humanos da empresa, concluindo: “Enxugar quadros é sempre doloroso, mas às vezes necessário. LEVAR PARTE DELES AO SUICÍDIO É IMPERDOÁVEL”. (Metáforas do Brasil)
http://demitidosdobb.blog.terra.com.br/files/2009/04/suicidio-vi.jpg ”Em 24/06/1996 Maurício começou a trabalhar na Agência Campos Elíseos - SP - encarregado de implementar o setor de recuperação de crédito (RECRE). Declarava-se satisfeito e empenhado com a nova missão, contou um colega. Veio, porém, o fim do expediente da última quinta. Hora de ir embora, de afrouxar a gravata, sete e meia da noite. Todos se vão, Maurício diz “tchau” e em vez de seguir para o happy hour vai para o 2º andar. Entra no banheiro e amarra no registro da água, na parede no alto a ponta da gravata, uma dessas que há muitos anos abraçava-lhe o colarinho de funcionário dedicado e apaixonado pelo BB. Como que em mais um de seus gestos severos, calculados, certifica-se apenas que o nó está bem apertado. O chão o banco já havia se encarregado de roubar-lhe dos pés. Pela descrição de um colega, os “homens da Superintendência chegaram em bando na manhã de sexta-feira, praticamente proibindo as pessoas a falarem sobre o episódio”. Não se sabe se Maurício deixou bilhete para explicar o inexplicável. Sabe-se apenas que deixou uma mulher, uma criança de 4 anos, outra de 8 anos e uma terceira de 14, completados na sexta. Agora senhores idiotas da objetividade são 22 os que cometeram suicídio. Menos um funcionário na contabilidade macabra do Sr. Paulo César Ximenes. Muito obrigado”.

O pronunciamento acima foi feito pelo Deputado Federal José Pimentel no pequeno expediente da Câmara dos Deputados, 03/07/1996. Será que o Pimentel, atual Ministro da Previdência, ainda lembra do Maurício e dos Demitidos do BB, ou não?

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 Maurício deixou um bilhete, dizia: “Não agüento mais trabalhar no Banco. É muita pressão. Sempre procurei fazer as coisas mais certas possíveis mas o Banco mudou muito e sinto-me desamparado. Não existe qualquer falcatrua e nunca roubei nada do Banco. Apenas o fardo está muito pesado para mim. No ano passado fiz tratamento com psiquiatra e não melhorei. Espero que a minha família entenda que eu escolhi esta atitude e me perdoe. Estou doente. Não sei viver assim. Perdão”. (Livro “Liberdade é escravidão”, Dra. Marinina Gruska Benevides.
Paulo Henrique Dias Carneiro, 17 anos de banco, 42 anos de idade, filhos, foi demitido sem justa causa, de forma arbitrária e abusiva em Fortaleza (CE), através do PAQ (1996). A partir daí sua vida financeira e familiar virou de pernas para o ar. Funcionários do SEEB-CE disseram que o sindicato comprava seus serviços para ajudá-lo na crise financeira. O Paulo Henrique não agüentou ver sua vida destruída, suicidou-se no final de outubro de 1999.


http://demitidosdobb.blog.terra.com.br/files/2009/04/cemiterio.jpg SABEMOS, FORAM 28 SUICÍDIOS REGISTRADOS, VÁRIOS AVC, INFARTOS COM MORTE E ALEIJADOS, FÍSICA E MENTALMENTE. OCORRERAM INÚMERAS MORTES DEPOIS DAS DEMISSÕES, NÃO REGISTRADAS PELA MÍDIA, SOMENTE PELO SOFRIMENTO DE PARENTES E AMIGOS, PORQUANTO DE DEMITIDOS, EXCLUÍDOS DO BB, DA PREVI, DA NAÇÃO, VIDAS DESTRUÍDAS POR CAUSA DA COAÇÃO, TERROR, PÂNICO, TORTURA PSICOLÓGICA EMPREGADOS DOENTIA E CRUELMENTE PARA ATINGIREM AS METAS DE DEMISSÃO DO BB.

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