domingo, 4 de outubro de 2015

AFINAL, ALGUÉM PERCEBEU QUE O PODER ESTÁ NU!!!!!!

Ele fazia parte da GSI – Gabinete de Segurança e Inteligência, todos os segredos do Palácio do Planalto estão em suas mãos. Será que o general vai mesmo contar tudo que saber?
Aloísio Mercadante, embora filho de militar – General Oswaldo Muniz Oliva, 77, um nacionalista ferrenho -,ANTES DE SAIR, FEZ O SERVIÇO SUJO. Sem fazer nenhum segredo, sempre  deixou muito claro seu “asco” para com o GSI – Gabinete de Segurança e Inteligência -. Foi por obra e arte dele, Mercadante, que o Brasil ficou sabendo que mais de 1.800 militares estavam lotados na Presidência da República,  ocupando a grande massa de cargos comissionados do Planalto. Mercadante “gostava”  de conversar com gente mais miúda do SNI,- QUE SÓ TROCOU DE NOME –  os amigos de seu pai general,os agentes secretos que tem seus nomes publicados no Diário Oficial.
O rebaixamento e o aniquilamento dos militares no Palácio do Planalto ocorre no exato momento em que assume a Casa Civil,  o ex-Ministro da Defesa Jaques Wagner. Ele, Wagner,  que leva à tira-colo a CUMPANHERA EVA, esposa de Chicão, o número 02 do MST e lugar-tenente de Stédile. É deles a ameaça de que colocariam o  exército armado do MST nas ruas e fariam uma guerra de sangue, caso Dilma fosse apeada do Poder.
Os petistas mais “coroados, aqueles que ainda não estão presos, creditam o vazamento seletivo de documentos secretos assinados por Lula e Dilma a um militar,  ainda não bem identificado com assento no Planalto. Isso não é uma conjectura ou uma especulação do Cristalvox. Se baseia na leitura de fatos trazidos  ao conhecimento da nação. Basta que se observe o que a imprensa vem publicando nos últimos dias, em especial sobre o episódio da venda da Medida Provisória  471 para as montadoras. Foi esse “detalhe” que deu ao politburo petista a certeza de que um inimigo muito poderoso estava postado na trincheira companheira. Que tinha violado a confiança e passado para o outro lado.  Sem nenhuma dúvida, esse episódio foi o divisor de águas, o despertar petista de que não haviam mais segredos, que o cadáver estava nú. Por isso,  a tentativa  desesperada e inútil de tentar conter o tsunami  que já está a invadir o Palácio do Planalto. Usam a “guilhotina” no GSI e em nos seus “operadores” sem nenhum critério ou lógica, uma vez que o Brasil já sabe quem é o PT e quem são seus COMANDANTES.
Num gesto tresloucado e confessando publicamente o  desespero,  o PT ao empossar seu novo  e último governo,  “defenestra” e decreta o fim da “espionagem interna” no Palácio do Planalto, ao menos realizada por um grupo institucional.  Poderá se valer, de agora em diante, do serviço de inteligência de Cuba ou da Venezuela.  Quer acabar com o “fogo amigo“. Como cego,  dispara para todos os lados e em direção dos mais váriados escalões “aquartelados” no sub-solo da Casa de Governo. Mas tudo isso será inútil! O PT não tem vocação para trabalhar com essa ferramenta chamada “espionagem ativa“. Seu papel, o tempo todo, foi se cuidar –espionagem passiva – para não  ter seus movimentos acompanhados e descobertos.  Só que  “esqueceram de combinar com os russos” com o bem disse garrincha. O resultado foi o que o Brasil assiste:O PT, LULA E DILMA FICARAM NÚS DIANTE DA NAÇÃO.
Suas vidas – as dos militantes petistas e seus líderes – estão expostas igual a cadáveres insepultos  num pós-guerra,  sem “tiros”.  Seus corpos exalam um cheiro insuportável.OS BRASILEIROS tentam se afastar dessa “peste” já muito bem identificada pela ciência política e pelo Juiz Sérgio Moro. Todos já entenderam e  sabem que ela é perigosamente contagiosa e tem de ser combatida imediatamente… Os petistas insistem em negar, mas seu nome é CORRUPÇÃO!
E, no final, como sempre,  quem está  levando  toda a culpa  é o mordomo. Só que agora vestido de verde oliva, com insígnias de General!
(Via Cristal)


A NOTÍCIA MAIS ESPERADA DO ANO !!! COMPARTILHEM !! A PF JÁ TINHA DITO “ELE VAI ENTRAR, NÃO SABEMOS SE ELE VAI SAIR” O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva preste depoimento da Lava-Jato. Ele será interrogado na condição de ‘informante’, não de investigado. O pedido para ouvir Lula foi feito pela Polícia Federal e obteve parecer favorável do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A data do depoimento ainda não foi marcada, mas a PF quer ouví-lo no prazo de 80 dias.
“O modo como se desdobra a investigação perante o Supremo Tribunal Federal e o juízo sobre a conveniência, aoportunidade ou a necessidade de diligências tendentes à convicção acusatória são atribuições do procurador-geral da República e da autoridade policial, a qual se atribui o poder-dever de reunir os elementos necessários à conclusão das investigações, efetuando as inquirições e realizando as demais diligências necessárias à elucidação dos fatos”, explicou Zavascki.
“No caso, as manifestações dessas autoridades são coincidentes no sentido de que as pessoas a serem ouvidas em diligências complementares não ostentam a condição de investigadas, mas, segundo se depreende do requerimento da autoridade policial, a condição de informantes”, completou.
Zavascki, que é relator dos inquéritos da Lava-Jato no STF, também se manifestou sobre o pedido do PSDB para que a presidente Dilma Rousseff fosse investigada. Ele explicou que apenas o Ministério Público Federal teria poderes para fazer esse pedido. “Quanto ao requerimento formulado pelo deputado federal Carlos Henrique Focese Sampaio, é manifesta sua inviabilidade”.
No pedido, o PSDB questionou se Dilma, mesmo ocupando o cargo, poderia ser investigada. O ministro esclareceu que “o STF não profere decisões de caráter meramente consultivo, sem pertinência com a essência da atividade jurisdicional”. Os pedidos foram feitos no maior inquérito aberto no tribunal, o que investiga a formação de quadrilha por parte de 39 suspeitos de integrar o esquema de fraudes na Petrobras.


Isso é fato e fica evidente com a escolha que fez, pessoalmente,  de ministros que ocuparão peças chaves no governo a partir de hoje. Jaques Wagner na Casa Civil e Aldo Rebelo na Defesa é a consolidação desteGOLPE BRANCO,  praticado sem  resistência nenhuma da oposição e da sociedade brasileira
Leia a coluna de Eliane Cantanhêde, publicada nessa sexta no Estadão. Eliane é uma petista rocha, portanto com autoridade para dizer que Dilma acabou e que Lula deu um golpe deEstado
Luiz Inácio Lula da Silva nem esperou as eleições de 2018 e já está de volta ao poder, enquanto Dilma Rousseff  faz  o caminho inverso, rumo a condição anterior de subalterna do líder e padrinho. O ministério anunciado hoje pela manhã  é de Lula e não de Dilma, que vai entregando anéis, dedos, mãos e  está cada vez mais com a cabeça a prêmio. Ou sofre o impeachment  pela oposição ou é interditada por Lula e pelo PMDB.


Entre os milhões de dados captados pela investigação da Operação Lava Jato, a Polícia Federal deparou com um conjunto de diálogos mantidos pelo empreiteiro Ricardo Pessôa, da UTC, por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp. Trata-se de uma conversa de trabalho que, para os investigadores, aponta para um possível depósito de dinheirosaído da Petrobras para o caixa da campanha presidencial de Dilma Rousseff, no ano passado.
Um dos diálogos aconteceu pouco antes das 13 horas de 29 de julho do ano passado – pouco depois, segundo a PF, de Ricardo Pessôa ter participado de uma reunião no comitê de campanha de Dilma, em Brasília. Àquela altura, o ex-­diretor de Abastecimento da PetrobrasPaulo Roberto Costa já estava preso em Curitiba. Mas o que preocupava Pessôa não era a possibilidade de ir parar em uma cela – ele só seria preso quatro meses depois. Pelo teor das mensagens, a PF suspeita que Pessôa estivesse angustiado com outra coisa. Que o fluxo de seus repasses para o PT coincidisse com o dinheiro desviado da Petrobras, para que ele não tivesse de mexer no próprio caixa.
Após o encontro no comitê, Pessôa acionou o diretor financeiro da UTC, Walmir Santana, pelo WhatsApp. “A pessoa que você tem que ligar é Manoel Araujo. Acertado 2.5 dia 5/8 (ate) e 2.5 ate 30/8”, disse Pessôa. Manoel Araújo era auxiliar do então tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, atualmente ministro da Secretaria de Comunicação Social. Hoje, Manoel tem uma sala no 2º andar do Palácio do Planalto e é o chefe de gabinete de Edinho. Na resposta, Manoel lembrou Pessôa sobre o atraso no recebimento de “um valor da PB” e sugeriu uma forma de equilibrar os repasses. “RP, posso resgatar o que fizemos de doações esta semana? Tá pesado e não entrou um valor da PB que estava previsto para hoje, mais ou menos 5 milhões.” O chefe autorizou: “Ok pode. Você não resgatou nada ainda certo?”, disse Pessôa. Para os investigadores da Lava Jato, “PB” é uma abreviação para Petrobras e “RP” é Ricardo Pessôa.  O número “2.5”, segundo a PF, coincide com o valor das doações – R$ 2,5 milhões.
EMAIL PESSOA DILMA
Em seus depoimentos colhidos no acordo de delação premiada, homologado pelo Supremo Tribunal Federal, Ricardo Pessôa disse que gastou parte do dinheiro desviado da Petrobras em doações à campanha de Dilma. Afirmou que o então tesoureiro Edinho Silva cobrou essas doações com base nos contratos mantidos pela empreiteira com a estatal. Segundo Pessôa, o comitê petista exigiu R$ 20 milhões. Ele diz, no entanto, que reduziu o repasse para R$ 10 milhões – R$ 5 milhões em cada turno, em duas parcelas de R$ 2,5 milhões cada. As exigências relatadas na conversa por WhatsApp coincidem com as doações da UTC registradas no Tribunal Superior Eleitoral: entraram R$ 2,5 milhões no comitê da presidente em 5 de agosto, R$ 2,5 milhões em 27 de agosto e R$ 2,5 milhões em 22 de outubro. Como foi preso em 14 de novembro, Pessôa ficou devendo R$ 2,5 milhões. O coordenador jurídico da campanha presidencial, Flávio Caetano, disse em nota que “os dados do Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, sobre as datas das doações feitas pela UTC à campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2014 revelam que se trata de ilação interpretar o teor dos diálogos como vínculos da campanha com esquemas sob investigação”.
Conforme as investigações e as delações da Lava Jato avançam, enfileiram-se relatos e indícios de que o dinheiro do petrolão abasteceu campanhas eleitorais do PT desde 2006. Técnicos da Justiça Eleitoral calculam que empresas envolvidas no petrolão doaram R$ 172 milhões ao PT entre 2010 e 2014. No ano passado, a campanha presidencial recebeu R$ 47,5 milhões diretamente dessas companhias.
A primeira evidência dessa ligação descoberta pela Lava Jato veio do empresário Augusto Mendonça, sócio do grupo Toyo Setal. Após acordo de delação, ele comprovou o repasse de R$ 4,2 milhões a diretórios do PT em sincronia com a transferência de pagamentos daPetrobras. O doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o lobista Fernando Baiano disseram que o ex-ministro Antonio Palocci cobrou e recebeu R$ 2 milhões para a disputa presidencial de 2010. O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco afirmou que a holandesa SBM Offshore repassou US$ 300 mil para a campanha de Dilma naquele ano. Uma proposta de delação premiada feita pelo ex-diretor da estatal Nestor Cerveró, em análise no Ministério Público, menciona ainda o repasse de R$ 4 milhões pela Odebrecht para a campanha do presidente Lula em 2006, como revelou ÉPOCA. Pessôa também diz que repassou, em doações clandestinas por uma conta na Suíça, cerca de R$ 2,4 milhões para o caixa dois da campanha de Lula. O lobista João Augusto Henriques, segundo reportagem de ÉPOCA publicada em 2013, disse que a Odebrecht doou US$ 8 milhões desviados de um contrato com aPetrobras para a primeira campanha de Dilma.

Suspeitas de ligação entre o petrolão e doações eleitorais fazem parte de  uma das quatro ações apresentadas pelo PSDB contra a chapaDilma–Temer no Tribunal Superior Eleitoral. Nessa ação,  quatro ministros votaram pela abertura de um processo que, em última instância, pode levar à impugnação da chapa Dilma–Temer. O andamento do processo foi interrompido desde que a ministra Luciana Lóssio pediu vista no fim de agosto. A ação pode voltar ao plenário nesta terça-feira.






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