domingo, 8 de setembro de 2019

DENÚNCIA - CRÉDITOS A LAURO HENCHEN E NAPOLEÃO FREITAS.

Denúncia

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lauro@laurohenchen.com.br

7 de set de 2019 16:51 (há 18 horas)
para

-------- Mensagem original --------
Assunto: Fw: Denúncia
Data: 2019-09-07 16:24
De: Napoleão Freitas <napafreitas@yahoo.com.br>
Para:

DENÚNCIA

André Esteves é o epicentro do terremoto que estamos vendo, causado
pela extrema imprensa, com tremores à sua volta. Os incêndios na
Amazonia são, literalmente, uma cortina de fumaça para encobrir o que
promete ser o maior de todos os escândalos da Lava Jato. Daí o
turbilhão no mercado financeiro que está fazendo o dólar subir e a
bolsa cair.

O banqueiro de lula,  segundo a delação de Palocci que foi homologada
pela Polícia Federal, que contou com a oposição inexplicável, pela
sua magnitude, de Deltan Dallagnol, é sócio de Nelson Jobim, ligado a
FHC e lula, e do irmão do Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio, entre
outros.

Segundo um informante ligado ao BTG,  cujo nome está sendo mantido em
sigilo, o banco teria um departamento dedicado à lavagem de dinheiro. A
Polícia Federal está investigando as denúncias. Não vai sobrar pedra
sobre pedra se forem verdadeiras. E as investigações estão
adiantadas.

Como o BTG comprou as dívidas da Abril, do Estadão e o André Esteves
já era sócio do Uol, a extrema esquerda não vai noticiar.

Leia a nota de O Antagonista e o desmentido do BTG-Pactual:

A Polícia Federal anexou aos autos da Operação Pentiti um relatório
com denúncia feita por um informante ligado ao BTG, de André Esteves.
Segundo essa fonte, que prestou vários depoimentos confidenciais à
Lava Jato, o BTG teria uma espécie de “Departamento de Operações
Estruturadas” dedicado à lavagem de dinheiro.

Esse setor, segundo o informante, “tinha como objetivo criar
ferramentas e procedimentos que permitissem tanto ao próprio banco como
a clientes específicos a manipulação artificial do resultado
financeiro de entidades (pessoas) jurídicas”.

Alguns desses “mecanismos” teriam sido “oferecidos a diversos
clientes com o objetivo de ocultar recursos financeiros oriundos da
lavagem de dinheiro fora do país”.

Dentre os “supostos mecanismos”, citados pelo informante, estão
“swaps de balcão não registrados na Cetip”. Ou que só tiveram
seus indexadores informados após liquidação do contrato –
utilizando a conta ‘cliente’ para movimentação de recursos de
origem ilícita.

Outro esquema, segundo o informante, seria o uso do mesmo expediente em
‘Fundos Exclusivos’ – de um só cotista.

“Estes fundos possuem vantagens tributárias que permitem um efeito
semelhante aos das empresas que, no passado, tinham prejuízo acumulado.
Assim, os fundos ‘carregam’ lucros por muito tempo antes de pagar
IR, além de possuírem alíquotas menores. O esquema consiste em
realizar um Swap com o próprio fundo de cota exclusiva, sendo que o
cotista desse fundo é uma offshore. Desta forma, através dos contratos
de Swap manipulados, o fundo adquire prejuízo, diminuindo
consideravelmente o valor que deverá ser tributado pelo Fisco. E esse
valor desviado é direcionado para o próprio cotista desse fundo, que
neste caso é uma offshore.”

Haveria ainda um terceiro ‘método’, através da chamada “Lei
Bamerindus”, aprovada mediante “possível lobby do banco junto ao
Legislativo”, o que possibilitou que “a massa falida de um banco”
fosse “aproveitada por outro banco saudável”.

“Um banco saudável que adquire um banco falido – massa falida,
podendo então aproveitar o balanço negativo deste último sem arcar
com as dívidas deixadas no ato da falência. O referido assunto foi
incluído em medida provisória (MP 627) pelo então deputado federal
Eduardo Cunha.”

Como exemplo, o informante diz que um banco saudável obtém lucro de R$
10 bilhões num determinado exercício fiscal. Ao adquirir outro banco,
falido, que possui prejuízo de R$ 9 bilhões, ele aproveita este
último, declarando ao fisco apenas lucro líquido de R$ 1 bilhão.

“O mais importante: o banco saudável somente irá pagar imposto sobre
o lucro relacionado ao R$ 1 bilhão, e não mais sobre os R$ 10
bilhões. Desta forma, deixa de pagar ao Fisco o imposto sobre R$ 9
bilhões. Há indícios de que Cunha tenha sido orientado por Esteves a
alterar trechos da MP convertida em lei para beneficiar o Banco BTG
Pactual”, informa o relatório da PF.

Há ainda relatos sobre o uso de “ativos não padronizados” (FCVS),
como debêntures da Eletrobras, para lavagem de dinheiro.

Segundo o informante, o BTG teria ‘alugado’ para o banco Safra um
lote dessa moeda podre. O pagamento por esse aluguel seria uma maneira
de formalizar repasse de valores, mesmo sem qualquer prestação de
serviço.

Essas denúncias do informante, cuja identidade é mantida em sigilo,
estão sob análise da Polícia Federal.

Em nota enviada a O Antagonista, o BTG informou o seguinte:

“Em relação à absurda notícia que faz menção a relatos
apócrifos feitos em junho de 2016 sobre operações financeiras, o BTG
Pactual nega veementemente qualquer irregularidade. Esclarece ainda que
as operações mencionadas são fantasiosas e jamais poderiam ter sido
sequer registradas nos sistemas de negociação existentes no Brasil e
nunca teriam passado despercebidas pelas diversas auditorias e
reguladores a que o BTG Pactual se submete.”

ByLucia Sweet

Enviado do meu iPhone

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