Falta de médicos faz civis se tornarem cirurgiões em Idlib
A intensificação dos combates nas redondezas, desde o fim de 2019, obrigou cerca de 900 mil pessoas a deixarem suas casas em busca de abrigo. E agora, grande parte delas está sendo vítima dos bombardeios, conforme afirma a ONG MSF (Médicos Sem Fronteiras).
Bombas foram lançadas em ao menos duas escolas e dois jardins de infância, atingindo famílias deslocadas. Nos últimos dias, 185 feridos chegaram aos três hospitais apoiados pela entidade, sendo que metade era de mulheres e crianças. Destes, 18 chegaram sem vida.
No norte de Idlib, conta informe do MSF, a única instalação médica ainda em funcionamento se tornou uma clínica secreta administrada por cidadãos locais e alguns agentes de saúde sírios.
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