domingo, 31 de maio de 2020

VIVENDO E APRENDENDO - POR ROBERTO DE ALMEIDA

VIVENDO E APRENDENDO

Roberto de Almeida

19:36 (há 0 minuto)
para Giselle, Marta, telma-lobo, telflesch, ricardoallegro, Ricardo, Ricardo, ricknnickel, Ricardo, André, João, Tâmara, Joaquim, joaolemosbarbosa, Jose, José, Jose, jose, Maria, José, Helio, Dario, Dario, Dario, djr, darci.fonseca, Adriana, Adauri, Stefano, Adriana, Antero, Antonio, Antonio, maria, marizacarcos, Márcia, Giulio, laudney, Laura, laudney, guze, Henriqueta, Vitoria, vitoriaramires, Cco:mim
AMIGOS

Há  pessoas  que  aprendem  rápido.  Há  os  que  demoram  mais.  Infelizmente,  há  os  que  nunca  aprendem.   Acredito  que,  em  alguns  assuntos,  devo  estar  classificado  no  segundo  grupo.  Mas,  como  diz  o  "velho  ditado",   antes  tarde  do  que  nunca.

Confesso que,  quando  ainda  estudante,  li  a  respeito  do  Nero, -  que  iluminou  Roma  com  "tochas  humanas"  para  as  quais  utilizou  cristãos,  -   não  entendi  muito  bem a  "psicologia"  deste  antecessor  da  "light".   Mais  de  2.000  anos  depois,  como  testemunha  ocular  da  "´pandemia"   que  já  vitimou  mais  de  400.000  cidadãos  do  planeta  e  mais  de  4.000  nesta  malfadada  república,  acho  que consegui  "entender"  o  "espírito  do  Nero":   o  problema  dele  não  era  "iluminação".   Era  preservar  o  seu  poder  além  de  uma  total  incapacidede  de  empatia  para  com  o  sofrimento  humano.

Teve  seguidores.  A  história  os  conhece.   A  ambição  com  relação  ao  poder,  ou  a  manutenção  do  mesmo,  tem  alimentado  alguns  políticos  ao  longo  da  história.  A  "praga"  da  manutenção  do  poder  tem  envenenado  muitas  personalidades  ao  longo    da  história.  Shakespeare,  em  suas  peças,  retratou  vários.  Freud,  Erich  Fromm    e  outros  estudiosos  tentaram  entender .

Mas,  infelizmente, eles  continuam  a  surgir  e  enfeitiçar  as   massas. 

Na  década  de  1940  -  se  não  me  falha  a  memória  -  reuniu-se  em  Wansee  uma  cúpula  do  então  governo  que  assolava  a  Alemanha.   O  objetivo  era  encontrar  uma  saída  para  o  problema  judaico.   É  um  exemplo  histórico  da  "insensibilidade"  de  que  estamos  falando.
Infelizmente,  outros  Wansee  aconteceram -  e,  provavelmente,  continuarão  a  acontecer  -   ao  longo   da  história    frutos  da  ambição  política.

Que   Deus  -  se  não   estiver  em  "quarentena"  -  proteja  a  todos.

BOA  NOITE,  BOA  SORTE

ROBERTO
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