domingo, 28 de junho de 2020

106 ANOS DO ASSASSINATO DO ARQUIDUQUE FRANCISCO FERNANDO, EM 28 DE JUNHO DE 1914, ESTOPIM PARA A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL.





106 a. do assassinato do herdeiro do trono austríaco, arquiduque FRANCISCO FERNANDO. Ele e sua mulher, SOFIA, foram assassinados, a tiros, por GRAVILO PRINCIP, um jovem a serviço do governo sérvio, numa rua de SARAJEVO, em 28 de junho de 1914. Foi o estopim para a PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. Um mês depois, o IMPÉRIO AUSTRO-HÚNGARO invade a SÉRVIA. Seguem-se várias declarações de guerra, até que, em 6 de agosto, o continente inteiro está envolvido. Parece difícil entender como o assassinato de um nobre austríaco foi capaz de detonar o maior confronto militar que o mundo tinha visto até então. Entre agosto de 1914 e novembro de 1918, 65 milhões de soldados pegaram em armas, com um saldo de aproximadamente dez milhões de mortos e 20 milhões de feridos. Quando acabou a PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL, quatro grandes impérios (o ALEMÃO, o AUSTRO-HÚNGARO, o RUSSO e o TURCO-OTOMANO) estavam destruídos. Depois de 1918, o mapa da EUROPA nunca mais seria o mesmo. Na verdade, o tiro que acertou a jugular do arquiduque FRANCISCO FERNANDO (1863-1914) foi só a gota d´água que detonou 40 anos de tensões. Desde 1871, quando os alemães ocuparam a FRANÇA, o mundo começou a ficar pequeno para as pretensões territoriais das grandes potências, que brigavam por terras na EUROPA e na ÁFRICA. A situação que era instável, degringolou de vez quando sérias disputas na região dos BÁLCÃS jogaram o IMPÉRIO AUSTRO-HÚNGARO e seus aliados germânicos contra a RÚSSIA e a FRANÇA. Parecia impossível solucionar todas as pendências políticas sem pegar em armas. Começava então um conflito que os analistas da época chamavam, com otimismo de “a guerra para acabar com todas as guerras”. 

Nenhum comentário: