A DESINFORMAÇÃO nãopolitiza, ao contrário...
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O texto identifica a realidade do comentado "AUMENTO dos MILITARES ",
jornal " O ESTADO DE S. PAULO ", quando correto, por haver sido exarada
pelo < porta-voz do Ministério da Defesa >, a inserção dado o
caráter elucidativo deveria ter sido noticiada com a ênfase dada a matéria que
a originou...
É oportuno ressaltar que a reportagem tendenciosa deu guarida
a " ASSOCIAÇÕES que não representam as praças, sendo até
mesmo proibidas por lei de atuação política", e nesse andar
incitam mentalidade contrária à normalidade da harmonia social.
É oportuno lembrar que o militar, no cumprimento de sua missão,
expõe diretamente SUA vida, em prol da sociedade, o que não
acontece com as demais profissões, não sendo justo divulgar
noticias que não traduzem a verdade.
Efusivos cumprimentos, MT.
CONTRAPOSIÇÃO À DESINFORMAÇÃO.
A reportagem “Após beneficiar oficiais, governo abre negociação com militares de baixa patente”, publicada no Estado deste sábado (4/7), contém equívocos, que conduzem o leitor à desinformação. ESTÁ INCORRETA A INFORMAÇÃO, CONTIDA NO TÍTULO DA REPORTAGEM, DE QUE O GOVERNO TERIA BENEFICIADO OFICIAIS EM DETRIMENTO DAS PRAÇAS. A reestruturação da carreira dos militares das Forças Armadas, aprovada pelo Congresso Nacional, após amplo debate, resultou na Lei nº 13.054/19, que estabelece contrapartidas no Sistema de Proteção Social, como elevação de alíquotas de contribuição, aumento do tempo de serviço e redução de rol de dependentes, o que tornou as reestruturação das carreiras autossustentável e supravitária. AO CONTRÁRIO DO QUE DIZ O TEXTO DA REPORTAGEM, A LEI NÃO BENEFICIOU “PRINCIPALMENTE OS OFICIAIS”. TODOS OS MILITARES, OFICIAIS OU PRAÇAS, FORAM TRATADOS DE FORMA ABSOLUTAMENTE EQUIVALENTE, INCLUSIVE EM TERMOS DE ADICIONAIS DE HABILIAÇÃO, VALORIZANDO A EXPERIÊNCIA E A MERITOCRACIA, COMO FICA CLARO NO TEXTO DA LEI E DE SEUS ANEXOS. A reunião mencionada na matéria teve como foco principal um reduzido grupo de militares (inferior a 3%), que não realizaram os cursos de carreira necessários aos adicionais de habilitação. Ressalta-se, ainda, que as associações referidas não representam as praças, sendo até mesmo proibidas por lei de ter atuação política. As forças Armadas têm como princípio os pilares da hierarquia e disciplina. AS INICIATIVAS QUE PODEM DESESTABILIZAR ESSE PRINCÍPIO NÃO FAZEM BEM AO PAÍS.
CARLOS CHAGAS VIANNA BRAGA.
Vice-almirante do Ministério da Defesa. Brasília
Extraído do jornal “O ESTADO DE S. PAULO” 06-07-2.020 – Notas e Informações - Fórum dos Leitores – fls. A3.

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