Poeta Paulo Bomfim morre aos 92 anos em São Paulo.
Ele era integrante da Academia Paulista de Letras desde 1963.
Doria e Kassab lamentaram morte.
O poeta e integrante da Academia Paulista de Letras Paulo
Bomfim, 92 anos, morreu neste sábado (7). Ele estava internado na Beneficência
Portuguesa e, segundo a assessoria da Academia, morreu em decorrência de
complicações após uma queda.
Segundo informações de sua biografia no site da Academia
Paulista de Letras, Paulo Lébeis Bomfim nasceu em São Paulo e
começou sua carreira jornalística em 1945 no Correio Paulistano. Logo depois
foi para o Diário de São Paulo, a convite de Assis Chateaubriand.
O velório será realizado
nesta segunda-feira (8), das 8h às 12h, no Palácio da Justiça, de onde sairá
para o sepultamento no Cemitério da Consolação.
Seu livro de estreia foi "Antônio Triste", publicado em 1947, com prefácio de Guilherme de Almeida e ilustrações de Tarsila do Amaral. Publicou a seguir "Transfiguração" (1951) e depois "Relógio de Sol". Ele era integrante da Academia Paulista de Letras desde 1963.
Seu livro de estreia foi "Antônio Triste", publicado em 1947, com prefácio de Guilherme de Almeida e ilustrações de Tarsila do Amaral. Publicou a seguir "Transfiguração" (1951) e depois "Relógio de Sol". Ele era integrante da Academia Paulista de Letras desde 1963.
Em 1981, foi eleito
intelectual do ano pela União Brasileira de Escritores, conquistando o
"Troféu Juca Pato". Em 1991, recebeu o título de "Príncipe dos
Poetas Brasileiros", outorgado pela Revista Brasília e o prêmio
"Obrigado São Paulo", da TV Manchete.
O governador de São Paulo,
João Doria (PSDB), lamentou a morte de Paulo Bomfim e o chamou de
"príncipe da poesia". "Perdemos nosso grande poeta Paulo Bonfim,
o príncipe da poesia, o amigo dos amigos. Descanse em paz, Paulo, e escreva
seus poemas no céu", disse Doria em sua conta no Twitter.
O ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou que "o Brasil perde um dos seus maiores poetas".
O ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou que "o Brasil perde um dos seus maiores poetas".
"Ao longo de toda sua
vida, foi reconhecido por seu talento e poesias. Eu e minha família perdemos um
grande amigo, que herdamos de meus pais. Descanse em paz Poeta! O céu te espera
para conhecer suas poesias", disse em sua conta no Twitter.
Para o presidente da
Academia Paulista de Letras e ex-secretário estadual da Educação de São Paulo
José Renato Nalini, Bomfim deixa um legado "imenso". "Não foi só
poeta, ele foi historiador, foi um grande propagador das histórias lendárias de
São Paulo. Era um grande patriota, memorialista, um congregador de amigos,
porque ele só somava as pessoas".
FONTE - Por G1 SP E Estadão.
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