Em 29 de julho de 1920, nascia Domício Silveira. No auge dos 99 anos, o coronel reformado reuniu as principais lembranças no seu primeiro livro, intitulado "Memórias de um Oficial da Polícia Militar". A obra foi lançada no último dia 13, no Residencial Geriátrico Renaissance, em Bauru, onde ele reside desde junho de 2016.
Falecimento
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| qui., 17 de dez. 12:36 (há 18 horas) | ![]() ![]() | ||
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De: Paulo Machado [mailto:paulomachado2013@gmail
Enviada em: quinta-feira, 17 de dezembro de 2020 12:14
Para: anvagoncalves@gmail.com
Assunto: Falecimento
Acabou de falecer em Bauru,o Cel Ref PM,Domício Silveira,aos 100 anos de idade.
Sua filha,Ilka,está tomando as providências cabíveis para a liberação do corpo,para depois informar local e horário do velório e enterro.
Não foi Covid.
Assim que tiver maiores detalhes,informarei aos amigos.
FALECIMENTO DE POLICIAL MILITAR VETERANO
É com pesar que o Quarto Batalhão de Polícia Militar do Interior (4°BPM/I), informa o falecimento do Coronel de Polícia Militar Domicio Silveira. O veterano faleceu na noite de ontem (quarta-feira 16 de dezembro), em Bauru, interior de São Paulo, aos 100 anos de idade.
O Coronel PM nasceu em 29 de julho de 1920, em Santa Adélia, interior de São Paulo, mas ganhou o título de cidadão bauruense e residia no Residencial Geriátrico Renaissance desde 2016. Aos 15 anos de idade entrou para a Polícia Militar. Depois que se formou trabalhou em Bauru, que sediava o 4° Batalhão de Caçadores, hoje 4° BPM/I, como 1° Tenente. Na época comandava a 1° Companhia, que ia de Fernão Dias a Panorama. Paralelamente, ele fez parte da primeira turma de Direito da Instituição Toledo de Ensino (ITE), onde estudou entre 1953 e 1957. Quando conquistou o posto de Major de Polícia Militar, foi promovido a Coronel e passou a atuar no 9º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em São Paulo, onde ficou até se aposentar, em 1964. Ainda na Capital, o Coronel aproveitava todo o tempo livre para estudar e tocar violino. Em 1947, terminou o curso de Educação Física na Faculdade de Educação Física de São Paulo. Já em Bauru, o veterano assumiu a direção administrativa da ITE, tão logo, parou de trabalhar. Lá, ele ficou até 1972, lecionou aulas de Esgrima e no auge dos seus 99 anos de idade o Coronel reuniu suas principais lembranças em seu livro "Memórias de um Oficial da Polícia Militar".
Era viúvo de Odette Pantaleão Silveira com quem viveu quase seis décadas, teve dois filhos, que lhe renderam quatro netos e quatro bisnetos.
VELÓRIO/SEPULTAMENTO
Centro Velatório Terra Branca, sito à Rua Gerson França, 5 -55, Centro – Bauru/SP, Sala 1.
Sepultamento previsto para as 14h30 no Cemitério da Saudade sito à Rua Hermínio Pinto, 2-1, Vila Flores - Bauru/SP.
Comunicação Social do 4° BPM/I.





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