Olá, boa noite!Chegamos ao segundo feriado de Páscoa na pandemia com cenário muito pior do que no ano passado. E uma diferença brutal na chance de sobrevivência para pacientes atendidos no SUS ou na rede privada de saúde. Mais da metade dos internados em leitos de UTI públicos não resiste, enquanto nos hospitais particulares o índice é de menos de um terço.
O recorde batido hoje é da média diária de mortes, pela primeira vez acima de 3 mil. Especialistas defendem um lockdown de três semanas que poderia salvar 22 mil vidas no Brasil, mostra a Coluna do Estadão. Já a AGU e a PGR pedem para o STF liberar a abertura de igrejas e outros templos para celebrações no feriado. Em BH, a investigação do caso dos empresários vacinados em drive-thru aponta que o esquema da falsa enfermeira funcionava desde o início de março.
Em meio a esse cenário, a crise da semana no governo elevou a tensão nos quartéis e comandantes chegaram a agir para acalmar as tropas. Vera Rosa analisa que, embora seis concorrentes tenham se aliado para reagir a Bolsonaro, eles ainda não têm um programa único para 2022. E Lula diz que, 'se preciso, vai chegar no centro' nas eleições.
Um abraço!
Bibiana Borba, jornalista da equipe digital do Estadão
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