145 a. nasce MARGUERITE GERTRUDE ZELLE – MATA HARI – em LEEUWARDEN, na HOLANDA, em 7 de agosto de 1876. Em 30 de março de 1895, casa-se com o capitão do exército holandês MAC LEOD, que logo seria convocado a prestar serviço em JAVA, na INDONÉSIA, para onde o casal se mudaria. Em 1902, após retornar à HOLANDA, é abandonada pelo marido. Em 1905, em PARIS, lança-se como dançarina, em uma grande festa, e conquista a capital francesa. Em 1914, vende a casa e desaparece misteriosamente; em agosto, apresenta-se em BERLIM. Em 1916, retorna a PARIS; suspeita de espionagem é convidada a voltar para a HOLANDA; para evitar isso, se engaja no serviço secreto francês; ao cumprir a missão que lhe é confiada, desperta suspeitas, que levariam a seu julgamento. Em 1917, acusada de atuar como espiã e também como agente dupla para a ALEMANHA e a FRANÇA é julgada e considerada culpada; em 15 de outubro, é fuzilada.
MATA HARI não poderia ter desejado uma intérprete que
personificasse sua exuberância com tamanha precisão como o fez GRETA GARBO no
cinema. A diva estrelou o filme MATA HARI em 1931, clássico em preto e branco
dirigido por GEORGE FITZMAURICE, o qual retrata as artimanhas da famosa espiã
durante a Primeira Guerra Mundial. MATA HARI foi filmado em 1985, sob a direção
de CURTIS HARRINGTON.
Inspiradora de homens, filmes e livros, MATA HARI ganhou uma
biografia assinada por JULIE WHEELWRIGHT, denominada “MATA HARI – A AMANTE
FATAL: EROTISMO E ESPIONAGEM”. A obra recupera a trajetória da informante e
questiona a mitificação da mulher no mundo da espionagem. Outra publicação
sobre a vida da holandesa acabou de sair do forno numa versão em espanhol.
Trata-se de “MATA HARI”, de autoria de LUÍS CARLOS BURAYA, pertencente à
coleção “MUJERES EM LA HISTÓRIA”.

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