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a. da CONVENÇÃO DE ITU - 18 DE ABRIL DE 1873 - reunião republicana, na qual
foram lançadas as bases do PRP (PARTIDO REPUBLICANO PAULISTA). Os paulistas
partidários da derrubada do regime monárquico reuniram-se em ITU, na casa de CARLOS
VASCONCELOS DE ALMEIDA PRADO, para discutir como deveria ser o movimento
republicano da província. Eram em sua maioria fazendeiros, comerciantes,
profissionais liberais e beneficiários dos negócios da grande lavoura cafeeira.
No encontro, cognominado “CONVENÇÃO DE ITU”, foram propostos novos princípios
políticos, econômicos e sociais para a organização do País, além do lançamento
do PRP. Mais tarde, tivemos como primeiro Presidente Civil o ituano Sr.
PRUDENTE JOSÉ DE MORAIS BARROS. O Museu Republicano “CONVENÇÃO DE ITU” fica na
rua BARÃO DO ITAIM, instalado num sobrado de taipa de pilão. Foi oficialmente
inaugurado em 1923 e sofreu, ao longo do tempo, algumas reformas. Do original,
ainda se pode ver a sala daquele encontro “subversivo” do século XIX.
A Convenção Republicana de Itu foi a primeira convenção brasileira de carácter republicano, que foi realizada no período de 18 de abril de 1873 na cidade paulista de Itu e na casa do deputado Prudente de Morais, onde se reuniram representantes republicanos, representantes conservadores e representantes liberais de várias cidades paulistas.
Nessa convenção foi aprovado a criação de uma assembleia de representantes republicanos que se reuniria em São Paulo com uma certa frequência. Dessa convenção participaram 133 convencionais, sendo 78 cafeicultores e 55 de outras profissões, que iriam representar todos os republicanos de várias cidades paulistas.
A assembleia era presidida pelo agricultor Indaiatubense (nascido em Indaiatuba) João Tibiriçá Piratininga e suas deliberações conclamaram os espíritos para a campanha liberal, o que resultaria com a implantação do regime republicano federativo. Dali então, surgia o primeiro partido republicano que era verdadeiramente organizado e que logo após se aliaria aos futuros partidos republicanos fluminense e mineiro, assim como os militares e à igreja católica, o que resultaria na Proclamação da Republica do Brasil em 1889.
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