74 a. da
proclamação do ESTADO DE ISRAEL, por DAVID BEN-GURION, em 14 de maio de 1948.
São sete décadas marcadas por conflitos graves, mas coerentes com uma
trajetória de lutas pelo território seco que liga a ÁFRICA, a ÁSIA e a EUROPA.
As tensões começaram há cinco mil anos, quanto o EGITO dominou a região. Desde
então, a área do atual estado de ISRAEL e da AUTORIDADE PALESTINA já teve
vários donos. O território compreendia parte da região da PALESTINA, dominada
pelos ingleses desde 1928. No final do século XIX imigrantes judeus vinham se
estabelecendo ali. A resposta árabe veio no mesmo dia, com ataques dos
Exércitos da JORDÂNIA, SÍRIA, EGITO, IRAQUE e do LÍBANO. ISRAEL venceu a guerra
um ano depois e passou a ocupar territórios que haviam sido cedidos aos
palestinos, principalmente na GALILÉIA. Venceu, mas não teve um dia de
tranqüilidade depois disso. Milícias palestinas passaram a atacar o país a
partir de postos no LÍBANO, na CISJORDÂNIA e em GAZA. A coisa ficou assim até a
GUERRA DOS SEIS DIAS, em 1967, quando, ao perceber ataques de exércitos árabes
a suas fronteiras, ISRAEL respondeu com força e mais uma vez derrotou os
inimigos. Como recompensa, tomou GAZA, CISJORDÂNIA, as colinas de GOLÃ e o
deserto do SINAI. Cerca de 760 mil palestinos foram forçados ao êxodo após a
criação do Estado de ISRAEL, em 14 de maio (15 de maio para nós). ISRAEL tem
rejeitado nas negociações de paz e retorno desses refugiados e seus
descendentes, cerca de 5 milhões.
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