69 a . fundada a SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC em 7 de julho de 1954, sob o nome de "Veteranos de 32 - MMDC", embora sendo uma sociedade dos participantes da Revolução Constitucionalista, a palavra "Sociedade" surgiu somente nos anos 60.
A primeira reunião do MMDC ocorreu na RUA LUIZ
COELHO, na residência da Dra CARLOTA PEREIRA DE QUEIROZ, médica que participou
da Revolução e foi empossada em 1934 a primeira mulher Deputada Federal da
História do Brasil, sendo um dos grandes momentos de nossa História e uma das
vitórias do movimento constitucionalista.
O encontro, desta que fora a primeira reunião
de nossa instituição, ocorreu às 21 horas e contou com a presença de dezenas
combatentes, homens e mulheres, entre
eles, HERMANN DE MORAES BASTOS, HERBERT LEVY, MÉRCIO PRUDENTE CORRÊA JOAQUIM
NORBERTO DE TOLEDO JÚNIOR e muitos outros.
A reunião teve muitas pautas, entre elas,
fundar uma instituição de combatentes de 32, discutir a política nacional e
discutir sobre a participação dos veteranos no desfile cívico dos festejos do
IV Centenário da Cidade de São Paulo, que ocorreria dalí há dois dias.
Organizada a entidade de forma provisória, ela
participa do desfile do IV Centenário e registra o surgimento desta irmandade
que viria a ser uma das maiores, se não a maior, instituição cívica do Brasil.
Deste modo, a Sociedade Veteranos de 32 - MMDC
cresceu muito, aglutinou milhares de veteranos e combatentes da Revolução de
32, tendo em seu quadro de diretores e de associados, grandes nomes de civis e militares que participaram da
Revolução e de outros momentos da História do Brasil, além disso, teve ativa e
ampla participação para a criação de datas oficiais do Estado de São Paulo,
como o Dia da Juventude Constitucionalista, 23 de maio, e o sagrado dia da
Revolução Constitucionalista, 9 de Julho.
Desenvolvendo-se durante os anos 60, criando
núcleos por diversos municípios de São Paulo, erigindo monumentos, pleiteando
marcos históricos alusivos a Revolução de 32 em diferentes partes do Estado e
até sendo uma das administradoras e fiscalizadoras ao lado da Fundação
Pró-Monumento ao Soldado Constitucionalista, do Monumento e Mausoléu ao Soldado
Constitucionalista, que deste, por fim, receberia a própria escritura do
monumento.
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