sexta-feira, 7 de julho de 2023

69 ANOS DA FUNDAÇAO DA SOCIEDADE VETERANOS DE 323-MMDC, EM 7 DE JULHO DE 1954






 69 a  . fundada a SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC em 7 de julho de 1954, sob o nome de "Veteranos de 32 - MMDC", embora sendo uma sociedade dos participantes da Revolução Constitucionalista, a palavra "Sociedade" surgiu somente nos anos 60.

A primeira reunião do MMDC ocorreu na RUA LUIZ COELHO, na residência da Dra CARLOTA PEREIRA DE QUEIROZ, médica que participou da Revolução e foi empossada em 1934 a primeira mulher Deputada Federal da História do Brasil, sendo um dos grandes momentos de nossa História e uma das vitórias do movimento constitucionalista.

O encontro, desta que fora a primeira reunião de nossa instituição, ocorreu às 21 horas e contou com a presença de dezenas combatentes, homens e mulheres,  entre eles, HERMANN DE MORAES BASTOS, HERBERT LEVY, MÉRCIO PRUDENTE CORRÊA JOAQUIM NORBERTO DE TOLEDO JÚNIOR e muitos outros.

A reunião teve muitas pautas, entre elas, fundar uma instituição de combatentes de 32, discutir a política nacional e discutir sobre a participação dos veteranos no desfile cívico dos festejos do IV Centenário da Cidade de São Paulo, que ocorreria dalí há dois dias.

Organizada a entidade de forma provisória, ela participa do desfile do IV Centenário e registra o surgimento desta irmandade que viria a ser uma das maiores, se não a maior, instituição cívica do Brasil.

Deste modo, a Sociedade Veteranos de 32 - MMDC cresceu muito, aglutinou milhares de veteranos e combatentes da Revolução de 32, tendo em seu quadro de diretores e de associados, grandes nomes  de civis e militares que participaram da Revolução e de outros momentos da História do Brasil, além disso, teve ativa e ampla participação para a criação de datas oficiais do Estado de São Paulo, como o Dia da Juventude Constitucionalista, 23 de maio, e o sagrado dia da Revolução Constitucionalista, 9 de Julho.

Desenvolvendo-se durante os anos 60, criando núcleos por diversos municípios de São Paulo, erigindo monumentos, pleiteando marcos históricos alusivos a Revolução de 32 em diferentes partes do Estado e até sendo uma das administradoras e fiscalizadoras ao lado da Fundação Pró-Monumento ao Soldado Constitucionalista, do Monumento e Mausoléu ao Soldado Constitucionalista, que deste, por fim, receberia a própria escritura do monumento.

Não há como negar, sem o MMDC a História do movimento constitucionalista teria uma perda considerável.  

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