76 a. da
proclamação do ESTADO DE ISRAEL, por DAVID BEN-GURION, em 14 de maio de 1948.
São sete décadas marcadas por conflitos graves, mas coerentes com uma
trajetória de lutas pelo território seco que liga a ÁFRICA, a ÁSIA e a EUROPA.
As tensões começaram há cinco mil anos, quanto o EGITO dominou a região. Desde
então, a área do atual estado de ISRAEL e da AUTORIDADE PALESTINA já teve
vários donos. O território compreendia parte da região da PALESTINA, dominada
pelos ingleses desde 1928. No final do século XIX imigrantes judeus vinham se
estabelecendo ali. A resposta árabe veio no mesmo dia, com ataques dos
Exércitos da JORDÂNIA, SÍRIA, EGITO, IRAQUE e do LÍBANO. ISRAEL venceu a guerra
um ano depois e passou a ocupar territórios que haviam sido cedidos aos palestinos,
principalmente na GALILÉIA. Venceu, mas não teve um dia de tranquilidade depois
disso. Milícias palestinas passaram a atacar o país a partir de postos no
LÍBANO, na CISJORDÂNIA e em GAZA. A coisa ficou assim até a GUERRA DOS SEIS
DIAS, em 1967, quando, ao perceber ataques de exércitos árabes a suas
fronteiras, ISRAEL respondeu com força e mais uma vez derrotou os inimigos.
Como recompensa, tomou GAZA, CISJORDÂNIA, as colinas de GOLÃ e o deserto do
SINAI. Cerca de 760 mil palestinos foram forçados ao êxodo após a criação do
Estado de ISRAEL, em 14 de maio (15 de maio para nós). ISRAEL tem rejeitado nas
negociações de paz e retorno desses refugiados e seus descendentes, cerca de 5
milhões.
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