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Novos diálogos entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e policiais militares revelam como o oficial tentou intervir na cena do crime após o assassinato da cabo Gisele Alves Santana, de 32 anos, baleada na cabeça dentro do apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo. As conversas foram divulgadas em 18 de março, poucos dias após a prisão de Geraldo Neto por feminicídio e fraude processual.
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No primeiro registro, obtido pela Polícia Civil, o oficial insiste em entrar no imóvel logo após Gisele ser retirada em estado gravíssimo, mesmo com a cena ainda repleta de vestígios a serem periciados. Cabos de patente inferior tentam conter o coronel, lembrando-o de que qualquer conversa deveria ocorrer do lado de fora. A instrução de não adentrar o local também partiu do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo pessoal de Geraldo Neto, mas não foi acatada.
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O registro oficial descreve que o cabo responsável pela contenção chegou a apontar para outro superior e reforçar a necessidade de preservar provas, mas o tenente-coronel avançou diante dos policiais de menor patente. A entrada intempestiva gerou estranhamento entre os militares, que temiam alterações nas evidências coletadas no local.
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Os Estados Unidos autorizaram nesta sexta-feira a venda e entrega de petróleo iraniano carregado em navios antes de 20 de março, na tentativa de conter a escalada dos preços da energia provocada pela guerra no Oriente Médio.
O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, havia indicado ontem que Washington considerava flexibilizar as sanções contra o Irã para permitir essas transações.
A autorização vence no próximo dia 19 de abril. No entanto, Teerã afirmou nesta sexta-feira não dispor de nenhum excedente de óleo bruto no mar.
"O Irã basicamente não possui óleo bruto excedente no mar nem disponível para abastecer os mercados internacionais, e a declaração do secretário do Tesouro tem como objetivo apenas dar esperança aos compradores", publicou no X o porta-voz do Ministério do Petróleo iraniano.
O bloqueio pelo Irã do Estreito de Ormuz, por onde circulam 20% do petróleo e gás mundiais, e os ataques à infraestrutura energética no Oriente Médio fizeram os preços do petróleo disparar.
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