domingo, 27 de outubro de 2013

CORONEL PM REYNALDO SIMÕES ROSSI E OS BLACK BLOCS



BANDIDOS: BLACK BLOCS TENTAM MATAR CORONEL DA POLÍCIA MILITAR DURANTE MANIFESTAÇÃO NO CENTRO DA CIDADE
A Polícia Militar esclarece que nesta data (25), realizava o acompanhamento da manifestação “Mobilização do MPL/SP- Semana de Luta Pelo Transporte Público”, com a finalidade de garantir o direito de manifestação como também o direito de ir e vir e de preservar o patrimônio público e privado.
Desde o início da Manifestação foi percebida a presença de integrantes “Black Blocs” que gritavam palavras de ordem contra a PM, bem como tentavam provocar os PMs a alguma reação violenta para fins midiáticos.
No Parque Dom Pedro os “Black Blocs” passaram das palavras à ação e iniciaram um confronto com os policiais militares, neste episódio eles agrediram, de forma covarde, o Cel PM Reynaldo Simões Rossi, comandante do policiamento da área centro e seu auxiliar, roubando a pistola calibre .40 e o rádio comunicador do Oficial.
O Cel PM Reynaldo teve a clavícula quebrada e muitas escoriações na região da face e cabeça, sendo socorrido ao Hospital das Clínicas juntamente com seu auxiliar, soldado da PM que teve ferimentos e passa por atendimento médico.
Integrantes do "Black Block", no Parque Dom Pedro, picharam as colunas do terminal, depredaram vários ônibus, caixas eletrônicos e instalações. Também atearam fogo em cones.
Manifestantes também depredaram a subprefeitura da Sé na rua Álvares Penteado e alguns mascarados roubaram cerca de 1.500 reais de uma cabine do terminal Dom Pedro. Cerca de 15 caixas eletrônicos foram danificados pela região.
Diante este cenário equipes do Comando de Choque, usando de técnicas de CDC, detiveram 78 pessoas que foram conduzidas para o 2 e 78º D.P.



O jornal DIÁRIO DE SÃO PAULO publica na coluna “NOSSA OPINIÃO’ – O ESTADO PRECISA MOSTRAR A CARA.
Faltam pouco mais de 200 dias para o jogo de abertura da COPA 2014 em SÃO PAULO. Até lá, vai ser difícil explicar para o mundo as imagens da agressão imposta por mascarados a um coronel da Polícia Militar do Estado mais rico do País e que se supunha pronto para receber milhares de turistas em paz. As fotos e vídeos que correram o mundo expõem uma cidade dominada por um grupo que se vale de táticas terroristas para espalhar medo, barbárie e insegurança.
Há muito tempo a luta deles não é mais pelos tais R$0,20 e talvez agora se concentre no simples propósito de desafiar o Estado. Enfrentar a polícia dessa forma é uma maneira de medir forças com o poder e decretar que estão dispostos a levar uma guerra sem fim. E quanto maior for a reação, maior será o desfio para o próximo embate. Resta saber até quando a sociedade vai suportar esse jogo de forças brutas. A situação passou de todos os limites e precisa ser estancada, sob o risco de todos virarem reféns do terror. Esses tais black blocs certamente não os representam.
É inadmissível que um coronel da Polícia Militar seja espancado na rua, acuado por um grupo de dez jovens mascarados. Não se pode aceitar que o bando, além de quebrar a clavícula do oficial, ainda lhe roube a arma e o rádio de comunicação. Passou da hora de uma resposta do Estado com a autoridade que lhe compete.
Se os black blocs escondem o rosto, o governador deve mostrar a sua cara e determinar uma política de Estado que trace uma estratégia clara de combate a esses marginais. Não basta levar mais 78 para a cadeia e liberá-los em seguida. A lei tem de ser mais forte, compatível com seus atos. O direito deles protestarem já se esvaiu nas agressões, nos saques, nos atos de vandalismo e no sangue dos feridos nos confrontos – sejam policiais ou não. Já estamos diante de uma guerra urbana e o risco é cada dia mais presente.
Até quando, senhor governador? Mostre a sua cara para quem ainda tem alguma esperança.....




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