
88 a. da revolta do 6º Batalhão de Caçadores, no CAMBUCI, em 28 de abril de 1931. Barricadas, tiros esparsos e nada mais. Embora já houvesse o ânimo de se contrapor à ditadura VARGAS, faltava a estrutura. Ela viria somente em julho de 1932. O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, edição de 29 de abril de 1931, estampava irritado telegrama de GETÚLIO VARGAS a JOÃO ALBERTO LINS DE BARROS, assegurando-lhe confiança e apoio. O ministro da Guerra tivera ordens para terminar com o incidente a qualquer preço e providenciar para que outros não tomassem a mesma posição. Trezentos milicianos da FORÇA PÚBLICA foram presos na Imigração e levados, dali, para a Colônia Correcional de TAUBATÉ. O Comando Geral da Força Pública foi ter às mãos de MIGUEL COSTA, adornado com os galões de general-de-brigada honorário. O general ISIDORO DIAS LOPES, que o governo suspeitava tivesse o coração oscilando entre dois amores: uma revolução a mais em sua carreira e a solidificação do movimento de outubro de 1930, viu-se compelido a entregar a Região Militar a GÓIS MONTEIRO, a respeito de cuja animosidade em relação aos perrepistas em particular e aos paulistas em geral não pairavam dúvidas. Completadas essas medidas, VARGAS e JOÃO ALBERTO LINS DE BARROS, o Clube TRÊS DE OUTUBRO e a LEGIÃO REVOLUCIONÁRIA diagnosticaram situação sob controle total.
Nenhum comentário:
Postar um comentário