sábado, 6 de julho de 2019

MORRE SALOMÃO SCHARTZMAN EM 6 DE JULHO DE 2019

Salomão Schvartzman (Niterói, 4 de junho de 1931[1] – São Paulo, 6 de julho de 2019) foi um jornalista e sociólogobrasileiro. [2]

    Biografia[editar | editar código-fonte]

    Início da carreira[editar | editar código-fonte]

    Salomão começou como um repórter do jornal O Globo do Rio de Janeiro. Trabalhou também na Rádio Globo, tendo coberto inclusive o julgamento do nazista Adolph Eichman (1906-1962) em 1961.[2]

    Formação acadêmica[editar | editar código-fonte]

    Crescimento na carreira[editar | editar código-fonte]

    Em seguida, Salomão trabalhou na revista Manchete, tendo sido chefe da sucursal paulista da revista. Posteriormente, foi âncora do programa Frente a Frente da TV Manchete durante onze anos. Também apresentava, na mesma emissora, o programa Momento Econômico e o musical Clássicos em Manchete.[2]

    Como um radialista[editar | editar código-fonte]

    Em 2000, após o fim da Rede Manchete, Salomão transferiu-se para a Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura e pelas rádios Cultura AM e FM. Na Cultura FM, apresentou durante sete anos o programa "Diário da Manhã". Saiu da emissora em 2007, indo logo em sequência para a rádio Scalla FM de São Paulo, onde seguiu apresentando o Diário da Manhã. Porém, a emissora saiu da cidade e Salomão também saiu da emissora. Posteriormente, Salomão passou a atuar na rádio BandNews FM como um colunista e cronista.
    Em outubro de 2013, Salomão voltou a apresentar o Diário da Manhã na rádio Cultura FM além de seguir com seus programas nas rádios BandNews FM e Bandeirantes.[3]

    Na televisão[editar | editar código-fonte]

    Atualmente, Salomão apresenta no canal por assinatura Arte 1 o programa Arte 1 in Concert além de ser a voz padrão da emissora[4] e apresenta no canal BandNewso programa "Salomão:" (lê-se "Salomão Dois Pontos").

    No cinema[editar | editar código-fonte]

    Salomão participou do documentário poético Memória de rio, sob direção do cineasta Roney Freitas e produção da Superfilmes Cinematográfica, em que faz uma meditação sobre o rio Tietê na cidade de São Paulo.

    Morte[editar | editar código-fonte]

    O jornalista teve a morte declarada no dia 6 de julho de 2019 às 11h35min logo depois de dar entrada no pronto atendimento do Hospital Albert Einstein. [2]

    Detalhe pessoal[editar | editar código-fonte]

    Ao longo de sua carreira, Salomão sempre finaliza seus programas com o bordão "Seja feliz!".

    Honraria[editar | editar código-fonte]

    Salomão recebeu menção honrosa do Prêmio Esso com a matéria "Doca Doca: Por que mataria a mulher que amava?" (sobre o caso Ângela Diniz, socialiteassassinada em 1976), publicada na revista Manchete.

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