sexta-feira, 20 de agosto de 2021

53 ANOS DA INVASÃO DA TCHECOLOSVÁQUIA EM 20 DE AGOSTO DE 1968.

 






  53 a. da invasão da CHECOSLOVÁQUIA. No dia 20 de agosto de 1968 a terra tremeu e 4.600 tanques e 165 mil soldados do PACTO DE VARSÓVIA cruzaram a fronteira checa em vinte pontos, vindos do oeste (da URSS), do leste (da então ALEMANHA ORIENTAL), do sul (da POLÔNIA) e do norte (da HUNGRIA) para entrar na nação indefesa. Foi a maior operação de transporte  aéreo realizada pelos militares soviéticos fora de suas fronteiras. Em sete horas, 250 aeronaves levaram uma unidade aerotransportada completa, incluindo pequenos veículos blindados, combustível e suprimentos. O chefe do Partido Comunista, BREJNEV, e o primeiro-ministro soviético ALEXEI KOSYGIN, haviam planejado a invasão por mais de um mês mas decidiram o destino da CHECOLOSVÁQUIA dias antes do lançamento da operação. O primeiro-ministro da INGLATERRA, HAROLD WILSON e o ministro das Relações Exteriores MICHAEL STEWARD interromperam suas férias e regressaram a LONDRES nas primeiras horas de 21 de agosto de 1968 em face da situação criada com a invasão. A Embaixada norte-americana em PRAGA confirmava a invasão da TCHECOSLOVÁQUIA por tropas da UNIÃO SOVIÉTICA, da POLÔNIA e da ALEMANHA ORIENTAL. O presidente JOHNSON convocava uma reunião urgente do Conselho de Segurança para discutir o problema da invasão.  


A invasão da Tchecoslováquia/Checoslováquia também conhecida como entrada das Forças Aliadas (Operação Danúbio) foi uma invasão militar de tropas de 5 países socialistas do Pacto de Varsóvia sob a liderança da União Soviética (URSS, República Democrática Alemã, República Popular da Polônia, República Popular da Hungria e República Popular da Bulgária).

Na noite entre 20 de agosto e 21 de agosto de 1968, os países membros do Pacto de Varsóvia invadiram a República Socialista da Checoslováquia, a fim de deter a Primavera de Praga, as reformas de liberalização política de Alexander Dubcek.[7]

Na operação, de codinome do Danúbio, as estimativas variam entre 175 000 e 500 000 soldados[8] que atacaram a Checoslováquia; cerca de 500 checoslovacos ficaram feridos e 108 morreram na invasão.[9][10] A invasão parou com sucesso as reformas de liberalização e fortaleceu a autoridade do Partido Comunista da Tchecoslováquia. A política externa da União Soviética durante esta época ficaria conhecida como a Doutrina Brejnev.[11]

O exército da RDA estava pronto sob as fronteiras entre a Tchecoslováquia e a Alemanha e não excederam seu território à espera das tropas soviéticas. Dentre os países membros do Pacto de Varsóvia que não participaram da invasão, foram a Albânia (participante desde 1961 como membro passivo) e a Romênia (devido à sua liderança do peculiar líder Nicolae Ceaușescu).

Foram ocupadas a maioria das grandes cidades tchecoslovacas pouco depois da chegada de tanques e aviões com altas técnicas militares soviéticas. A população expressou forte resistência durante as primeiras semanas de ocupação, no entanto não conseguiram nenhum resultado sozinhos. As transmissões de rádio e de televisão foram interrompidas. Devido à tentativa de instaurar uma reforma socialista no país, era conhecida como Primavera de Praga, ocorreu logo após a invasão pela URSS, a prisão e o internamento de dirigentes representantes da Tchecoslováquia - Dubček, Smrkoský, Černík e outros - logo após a invasão. As tropas soviéticas permaneceram desde a invasão até o ano de 1991.


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