Em 22 de setembro deste ano, a
Delegacia General Morivalde Calvet
Fagundes, de Caxias do Sul, promoveu
memorável evento no Auditório do 3º
Grupo de Artilharia Anti-Aérea, unidade
sediada naquela cidade.
O evento foi composto da posse
do ex-Membro-Efetivo Marcos Antônio
Tronca como Acadêmico na Cadeira
Coronel Mário David Andreazza, posse
de Membros-Efetivos, entrega de
condecorações e palestra do Presidente
da AHIMTB/RS sobre o Seminário da
Força Expedicionária Brasileira na Itália
em 2015.
Estiveram presentes várias
autoridades, além do Comandante do 3º
GAAAé Tenente-Coronel Márcio Faccin
de Alencar, que presidiu a Sessão, do
Presidente da AHIMTB/RS e do
Delegado da mesma em Caxias do Sul
Acadêmico Juarez Nunes da Silva.
Foram empossados cinco novos
Membros-Efetivos, os senhores:
- GUSTAVO POZZER DA SILVA (atual
Secretario da Delegacia Gen Morivalde);
- Professor RAFAEL LUIS POLETTO;
- Jornalista CÉSAR ATAÍDES FIGUEIRA
TORRES;
- Sr. FRANCISCO HENRIQUE ALMEIDA
DE MELLO; e
- Sr. EDSON FELIPE POPSIN.
Foi realizada também a entrega
da Medalha comemorativa do
Sesquicentenário da Retomada de
Uruguaiana, do IHTRGS, a diversas
personalidades.
Um dos pontos altos do evento foi
a entrega de uma condecoração póstuma
ao saudoso Acadêmico Alvino Melquides
Brugalli através da sua viúva Sra.
Adelina Brugalli.
Está de parabéns a Delegacia Gen
Morivalde Calvet Fagundes, em face do
seu trabalho em relação à História
Militar.
APRESENTAÇÃO DO PATRONO DE CADEIRA, Cel Inf MÁRIO DAVID ANDREAZZA, PELO
Dr. MARCOS TRONCA
O Coronel Mário David Andreazza
se insere na História da Amazônia
Brasileira como o grande integrador
dessa área estratégica ao restante do
Brasil, por rodovias, na qualidade de
Ministro dos Transportes por sete anos,
de 1967/74, e onde sobressai a
construção da Transamazônica, por ele
inaugurada em 30 de janeiro de 1974,
depois de cerca de três anos e sete
meses de sua aprovação por Decreto-lei
em junho de 1970. Além da
Transamazônica, foi realização sua a
rodovia Porto Velho - Rio Branco, na
Calha Norte, inaugurada em outubro de
1971.
Foi iniciativa sua o asfaltamento
das rodovias Belém-Brasília e Belém-São
Luiz, empreendimentos que o
consagram como o campeão da
integração rodoviária da Amazônia,
como o Marechal Rondon o foi de
integração da Amazônia por telegrafia.
Ações de ambos, notáveis, dentro da
estratégia de “Integrar para não
entregar” a Amazônia Brasileira.
Como Ministro do Interior do
Governo do General João Figueiredo,
Andreazza foi o conferencista da
abertura, em abril de 1979, do XI Ciclo
de Altos Estudos da Amazônia, onde fez
declarações a respeito do Projeto Jari,
área de 36.060 km2, explorada pela Jarí
Florestal e Agropecuária Ltda,
controlada pelo americano Daniel
Ludwig. Mário Andreazza destacou ”...as
contribuições da Jari no
desenvolvimento de uma tecnologia
para a Amazônia, desconhecida pelas
empresas nacionais, até a implantação
do Projeto Jari”.
Como Ministro do Interior
conseguiu uma solução pacífica, em
maio de 1984, após 42 dias de impasse,
entre o governo e os índios
Txucarramães, motivada pelo sequestro
de uma balsa pública por estes, que
interromperam o tráfico na BR - 080 e
mantiveram como reféns nove
funcionários da FUNAI, terminando com
a tribo do Cacique Raoni conseguindo a
demarcação de uma área devoluta de
186.000 hectares, considerada sagrada
para os índios, a margem direita do rio
Xingu e a demissão do Presidente da
FUNAI.
Mário Andreazza nasceu em
Caxias do Sul, em 20 de agosto de 1918,
filho de Atílio e de Inês Corso Andreazza.
Ingressou no Exército em abril de 1938
na Escola Militar do Realengo, onde foi
declarado Aspirante de Infantaria em
agosto de 1941.
Sua carreira teve o seguinte
curso: 2º Ten em Ago 1941; 1º Ten em
Abr 1943; Cap em Dez 1945; Major em
Abr 1953; Ten Cel em Dez 1960 e Cel em
Ago 1965. As três últimas foram por
merecimento. Casou com D. Liana
Urtiaga Andreazza, com a qual teve dois
filhos.
Frequentou com destaque os
seguintes cursos militares: a Escola de
Aperfeiçoamento de Oficiais, a Escola de
Comando e Estado-Maior do Exército e a
Escola Superior de Guerra. Foi instrutor
da Escola de Estado-Maior do Exército e
da Missão de Instrução Brasileira no
Paraguai. Foi adjunto das 2ª e 3ª seções
de Estado-Maior do III Exército (atual
Comando Militar do Sul), adjunto do
Estado-Maior das Forças Armadas do
Brasil e membro do Corpo Permanente
da Escola Superior de Guerra.
Com a Contra-revolução de 31 de
Março de 1964, foi nomeado, como
tenente-coronel, Oficial-de-Gabinete do
Ministro da Guerra, General de Exército
Arthur da Costa e Silva.
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Foi um dos arquitetos da
candidatura do General Costa e Silva
para substituir o Marechal Humberto
Castelo Branco.
Com a vitória do General Costa e
Silva, o Coronel Mário Andreazza foi
convidado a ser o Ministro de
Transportes de seu governo, tendo sido
empossado em 15 de março de 1967.
E daí em diante liderou obra de
Engenharia ciclópica traduzida pelos
seguintes empreendimentos, entre
outros, com vistas à Integração e o
Desenvolvimento Nacional:
- Inauguração da 2ª etapa da Via Dutra:
Rio-São Paulo, 1964;
- Em março de 1969, inaugurou a BR
277, ligando Paranaguá a Assunção,
concretizando um dos Corredores de
Exportação, sonhados pelo notável
geopolítico brasileiro Marechal Mário
Travassos, que foi o primeiro
comandante da AMAN;
- Construção da Ponte Rio-Niterói;
- Ponte sobre o arroio Chuí, ligando o
Brasil ao Uruguai;
- Construção da malha viária no interior
do Parque Histórico Nacional dos
Guararapes em 1971;
- Construção do Trecho ferroviário
Uberlândia-Araguari, inaugurado em
março de 1973, integrando Brasília, via
ferrovia, à malha ferroviária nacional; e
- Construção da rodovia entre Porto
Seguro e Baía de Cabrália.
Ao término do governo do
General Médici, Mário Andreazza
recusou sua candidatura ao Senado pela
Guanabara. Assumiu a Presidência da
CEC – Equipamentos Marítimos e
Industriais em Niterói e a VicePresidência
da Companhia de Seguros
Atlântica Boa Vista em São Paulo.
Em 1977 foi um dos principais
articuladores da candidatura do General
João Figueiredo à Presidência da
República e do qual se tornou seu
Ministro do Interior.
Lançou-se candidato à sucessão
do Presidente João Figueiredo, ao lado
das candidaturas de Paulo Maluf e
Aureliano Chaves. Candidatura que
terminou com a solução do Governador
de Minas Tancredo Neves, como
Presidente da República e José Sarney
como Vice Presidente, o qual teve que
assumir a Presidência em decorrência
do falecimento de Tancredo Neves antes
de tomar posse no cargo.
Com o término do Governo do
General Figueiredo, em 15 de março de
1985, deixou o Ministério dos
Transportes e assumiu uma Diretoria do
Bradesco Seguros.
Pouco tempo depois faleceu em
São Paulo, aos 77 anos, deixando sua
marca indelével na vida nacional e na
luta para a conquista progressiva do
Objetivo Nacional Permanente do Brasil
– Integração Nacional, e nela a
integração rodoviária do Amazônia ao
Brasil.
A Transamazônica, com a qual
tanto sonhou e construiu no esforço de
transferir do Nordeste do Brasil,
“homens sem terra, para as terras sem
homens”, nos vales úmidos do Maranhão
e Piauí e Amazônia, foi praticamente
abandonada, cabendo a culpa a ser
determinada por especialistas no
assunto. O abandono lamentável da obra
notável que lá realizou não será
colocado, historicamente, na sua conta.
E os habitantes das margens da
Transamazônica, testemunhas dos anos
1970/74 da construção da
Transamazônica, guardam de Mário
Andreazza uma lembrança de seu
carisma, grandeza, patriotismo e
empenho para tornar aquela estrada
uma realidade, que lamentavelmente, de
lá para cá, foi deixada praticamente no
abandono.
Para o seu Estado Natal, o Rio
Grande do Sul, o nome de Mário David
Andreazza, filho de Caxias do Sul, forma
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entre os dois heroicos gaúchos Plácido
de Castro, filho de São Gabriel, ao qual
muito se está a dever, quanto à
incorporação do Acre ao Brasil e ao
diplomata filho de Jaguarão, Joaquim
Caetano da Silva, autor da obra em
francês em dois volumes L`Oyapock et
l`Amazone, da qual se valeu o Barão do
Rio Branco para defender os interesses
do Brasil no Amapá, e assim obter laudo
arbitral do rei da Suíça favorável ao
Brasil, emitido em 1990, incorporando
em definitivo ao Brasil área de 260.000
Km.
CURRICULUM VITAE do Dr. MARCOS ANTONIO TRONCA
Texto elaborado pelo Acadêmico Juarez Nunes da Silva
Nasceu em 18 de abril de 1965
em Caxias do Sul, cujo nome homenageia
o grande pacificador LUIZ ALVES DE
LIMA E SILVA, o nosso Duque de Caxias,
Patrono da FAHIMTB.
Marcos Antonio Tronca é filho de
Domingo João César Tronca e Lourdes
Maria Tronca. É casado com Cristina e
pai do Júlio. Possui formação acadêmica
superior nas áreas de Administração de
Empresas e Direito, cursados na
Fundação Universidade de Caxias do Sul.
É oficial da Reserva de 2ª classe
formado no curso de Artilharia em 1984,
no NPOR do 3º GAAAé – Grupo Conde de
Caxias. Recebeu a menção “MB” no
estágio de instrução como Aspirante-aOficial.
Em 1993, concluiu o Ciclo de
Estudos de Política e Estratégia da
ADESG e, em 2007, o Curso Especial
sobre Recursos de Defesa – CEGERD, da
Escola Superior de Guerra.
Foi REPRESENTANTE DO
DELEGADO DA ADESG EM CAXIAS DO
SUL – RS em 1999, função esta que
exerceu até o ano de 2008. É
CHANCELER HONORÁRIO, exercendo a
função de DELEGADO ACADÊMICO da
FALASP – Federação das Academias de
Letras e Artes do Estado de São Paulo. É
ASSESSOR ESPECIAL DO GABINETE DO
PRESIDENTE DO INSTITUTO de
POLÍTICA GLOBAL de Vila Velha – ES. É
SÓCIO FUNDADOR da ASSOCIAÇÃO DOS
ARTILHEIROS ANTIAÉREOS e da
SOACONCA - Associação de Amigos do
3° Grupo de Artilharia Antiaérea, Grupo
Conde de Caxias. É o PRESIDENTE DO
NÚCLEO DE CAXIAS DO SUL – RS da Liga
da Defesa Nacional do Estado do Rio
Grande do Sul, desde 2008. Também é o
PRO REGGENTE della “Custodia Del
Grigo Arciere” per Il Brasile – Custodia
Del Grifo Arciere – Latina – Itália – 2014.
É PESQUISADOR ASSOCIADO e
CORRESPONDENTE do Centro de
Estudos e Pesquisas de História Militar
do Exército - CEPHiMEx – Departamento
de Educação e Cultura do Exército –
Ministério da Defesa. – 2015.
Possui como trabalho acadêmico
publicado, a obra intitulada: A Pena de
Morte no Brasil (Um Problema ou
Solução Jurídica para Conter a
Criminalidade) – Universidade de Caxias
do Sul – RS – 1993.
Como HOMENAGENS E
RECONHECIMENTOS, citamos com as
mais importantes dentre várias dezenas
recebidas: Diploma de Colaborador
Emérito do Exército – Porto Alegre – RS
– 2000; Distinção de Ordem Honorífica
do Comando Ambiental da Brigada
Militar – Secretaria da Segurança
Pública - Brigada Militar – Porto Alegre –
RS – 2009; e Título de Cidadão Emérito
da Cidade de Caxias do Sul em
reconhecimento aos relevantes serviços
prestados a comunidade caxiense –
5
Câmara Municipal de Caxias do Sul – RS
– 2014.
Como PRINCIPAIS
CONDECORAÇÕES NACIONAIS, cito:
Medalha Bento Gonçalves – Grande
Oriente do Rio Grande do Sul – 2001;
Medalha do Mérito Histórico
Farroupilha – Instituto de História e
Tradições do Rio Grande do Sul – 2005;
Real Ordem do Mérito Cultural Dom João
VI de Portugal – Federação das
Academias de Letras e Artes do Estado
de São Paulo – FALASP – 2008; Medalha
de Distinção do Artilheiro Antiaéreo –
Associação dos Artilheiros Antiaéreos –
Caxias do Sul/RS – 2009; Medalha de
Reconhecimento do Tribunal de Justiça
Militar – “Grau de Distinção” – Tribunal
de Justiça Militar do Estado do Rio
Grande do Sul – Porto Alegre/RS – 2009;
Medalha do Mérito do Ex-Combatente
do Brasil - Conselho Nacional da
Associação dos Ex-Combatentes do
Brasil – Rio de Janeiro/RJ – 2010;
Medalha Israel Pinheiro – Instituto
Histórico e Geográfico de Minas Gerais –
Belo Horizonte/MG – 2012; Medalha
Serviços Distintos – Secretaria da
Segurança Pública do Rio Grande do Sul
- Brigada Militar – Porto Alegre/RS –
2012; Medalha Conde de Caxias –
Associação de Amigos do 3° Grupo de
Artilharia Antiaérea, Grupo Conde de
Caxias- SOACONCA – Caxias do Sul/RS –
2013; Comenda 12° BPM, Grau Bronze –
12° Batalhão de Polícia Militar – Brigada
Militar – Secretaria da Segurança
Pública – Caxias do Sul – RS – 2015; e
Medalha Marechal Mascarenhas de
Moraes – ANVFEB – Associação Nacional
dos Veteranos da FEB – Rio de Janeiro –
RJ – 2016.
PRINCIPAIS CONDECORAÇÕES
INTERNACIONAIS: Medalha Zwyciestwa
– Vitória dos Combatentes Poloneses -
Associação dos Ex-Combatentes
Poloneses – SPK – 2006; Croix de la
Charité – Ordre Militaire et Hospitalier
de Saint–Lazare de Jerusalem –
França/Grão Prior do Brasil - São Paulo -
SP – 2007; Orden Militar Piedra del Sol –
Asociación de Auxiliares Militares y
Policiales de Agregadurás Extranjeras –
Cidade do México – México – 2009;
Croce d’Oro del Grifo Arciere -
Custodia del Grifo Arciere – Latina –
Itália – 2010; e Medaglia Europea –
Federazione Italiana dei Combattenti
Alleati – Itália – 2015.
Pelo rico currículo
resumidamente apresentado do Dr.
Marcos Antonio Tronca, cuja trajetória é
marcada pela dedicação,
comprometimento e trabalho profícuo
em entidades de cunho sócio-cultural, de
pesquisa histórica e de caráter cívicopatriótico,
reconhecido com láureas
nacionais e internacionais, a
FAHIMTB/AHIMTB/RS como justo
reconhecimento aos seus esforços em
estimular o patriotismo de forma
consciente, o culto aos nossos símbolos,
a dignificação da nossa história, o
respeito as nossas instituições e a
prática do civismo como virtude do
brasileiro, resolve conceder ao Dr.
Marcos Antonio Tronca, o título de
Acadêmico, na certeza de que o mesmo
vai engrandecer os trabalhos da
Federação das Academias de História
Militar Terrestre do Brasil e o Instituto
de História e Tradições do RGS. Desejo
continuado sucesso, agora como
Acadêmico.
Abaixo, imagens do evento
6
Abertura dos trabalhos – Mesa das autoridades
O Dr. Tronca, recebendo o Distintivo da FAHIMTB através da esposa e do Delegado Acadêmico
Juarez Nunes da Silva
7
O novo Acadêmico recebendo o Diploma das mãos do Ten Cel Márcio Faccin, Cmt do 3º GAAAé
O Dr. Marcos Tronca realizando a alocução sobre seu Patrono Cel Mário David Andreazza
8
Da esquerda para a direita, TC Faccin, Marcos Tronca, a esposa dona Cristina e Juarez Nunes da
Silva. Abaixo, imagem do Diploma de Acadêmico.
9
Acima, os novos Membros-Efetivos da AHIMTB/RS – Delegacia Gen Morivalde Calvet Fagundes –
Caxias do Sul. Abaixo, os mesmos, portando seus Termos de Posse, acompanhados de familiares e
do Delegado Juarez Nunes da Silva.
10
Entrega das condecorações da Retomada de Uruguaiana. Acima, o Cel Caminha, recebendo a sua e a
do Cel Bento. Abaixo, o Ten Cel Faccin, Cmt do 3º GAAAé.
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Dona Adelina, viúva do Acadêmico Alvino Melquides Brugalli, recebendo em nome de seu marido a
medalha das mãos do seu genro Juarez Nunes da Silva, Delegado em Caxias do Sul. Abaixo, imagem
dos agraciados em conjunto, cada um com o Diploma da Medalha.
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O Acadêmico Marcos Tronca e autoridades, inclusive o representante da Câmara de Vereadores de
Caxias do Sul (ao centro, de óculos).
O Cmt do 3º GAAAé TC Faccin e o Acadêmico Marcos Tronca
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O Acadêmico Marcos Tronca, a esposa dona Cristina e o filho Júlio César.
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Da direita para a esquerda, Cel Caminha, Marcos Tronca e Juarez Nunes da Silva. O Cel Caminha
está com duas condecorações da Retomada de Uruguaiana, uma sua e outra que recebeu em nome
do Cel Claudio Moreira Bento, Presidente da FAHIMTB.
Imagem da Medalha da Retomada de Uruguaiana, comemorativa dos 150 anos daquele evento no
início da Guerra do Paraguai em 1865.
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Atividade final do evento. O Cel Caminha realizando a palestra sobre o Seminário da Força
Expedicionária Brasileira na Itália em 2015.
Finalizando, queremos agradecer uma vez mais ao Cmt do 3º GAAAé, Ten Cel
Faccin, a disponibilidade do local e, mais do que isso, a sua presença no evento, o que
certamente conferiu maior grandeza ao mesmo.
Destacamos também a importância das suas palavras na abertura da Sessão, nas
quais destacou o valor da História Militar tanto para militares como para civis,
principalmente no que se refere aos aspectos ligados à Segurança Nacional.
Editor:
Luiz Ernani Caminha Giorgis, Cel Inf EM Presidente da AHIMTB/RS
(lecaminha@gmail.com)
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