segunda-feira, 31 de outubro de 2016

EVENTO DA DELEGACIA GENERAL MORIVALDE CALVET FAGUNDES, DE CAXIAS DO SUL, EM 22 DE SETEMBRO DE 2016.

Em 22 de setembro deste ano, a Delegacia General Morivalde Calvet Fagundes, de Caxias do Sul, promoveu memorável evento no Auditório do 3º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, unidade sediada naquela cidade. O evento foi composto da posse do ex-Membro-Efetivo Marcos Antônio Tronca como Acadêmico na Cadeira Coronel Mário David Andreazza, posse de Membros-Efetivos, entrega de condecorações e palestra do Presidente da AHIMTB/RS sobre o Seminário da Força Expedicionária Brasileira na Itália em 2015. Estiveram presentes várias autoridades, além do Comandante do 3º GAAAé Tenente-Coronel Márcio Faccin de Alencar, que presidiu a Sessão, do Presidente da AHIMTB/RS e do Delegado da mesma em Caxias do Sul Acadêmico Juarez Nunes da Silva. Foram empossados cinco novos Membros-Efetivos, os senhores: - GUSTAVO POZZER DA SILVA (atual Secretario da Delegacia Gen Morivalde); - Professor RAFAEL LUIS POLETTO; - Jornalista CÉSAR ATAÍDES FIGUEIRA TORRES; - Sr. FRANCISCO HENRIQUE ALMEIDA DE MELLO; e - Sr. EDSON FELIPE POPSIN. Foi realizada também a entrega da Medalha comemorativa do Sesquicentenário da Retomada de Uruguaiana, do IHTRGS, a diversas personalidades. Um dos pontos altos do evento foi a entrega de uma condecoração póstuma ao saudoso Acadêmico Alvino Melquides Brugalli através da sua viúva Sra. Adelina Brugalli. Está de parabéns a Delegacia Gen Morivalde Calvet Fagundes, em face do seu trabalho em relação à História Militar. 

APRESENTAÇÃO DO PATRONO DE CADEIRA, Cel Inf MÁRIO DAVID ANDREAZZA, PELO Dr. MARCOS TRONCA O Coronel Mário David Andreazza se insere na História da Amazônia Brasileira como o grande integrador dessa área estratégica ao restante do Brasil, por rodovias, na qualidade de Ministro dos Transportes por sete anos, de 1967/74, e onde sobressai a construção da Transamazônica, por ele inaugurada em 30 de janeiro de 1974, depois de cerca de três anos e sete meses de sua aprovação por Decreto-lei em junho de 1970. Além da Transamazônica, foi realização sua a rodovia Porto Velho - Rio Branco, na Calha Norte, inaugurada em outubro de 1971. Foi iniciativa sua o asfaltamento das rodovias Belém-Brasília e Belém-São Luiz, empreendimentos que o consagram como o campeão da integração rodoviária da Amazônia, como o Marechal Rondon o foi de integração da Amazônia por telegrafia. Ações de ambos, notáveis, dentro da estratégia de “Integrar para não entregar” a Amazônia Brasileira. Como Ministro do Interior do Governo do General João Figueiredo, Andreazza foi o conferencista da abertura, em abril de 1979, do XI Ciclo de Altos Estudos da Amazônia, onde fez declarações a respeito do Projeto Jari, área de 36.060 km2, explorada pela Jarí Florestal e Agropecuária Ltda, controlada pelo americano Daniel Ludwig. Mário Andreazza destacou ”...as contribuições da Jari no desenvolvimento de uma tecnologia para a Amazônia, desconhecida pelas empresas nacionais, até a implantação do Projeto Jari”. Como Ministro do Interior conseguiu uma solução pacífica, em maio de 1984, após 42 dias de impasse, entre o governo e os índios Txucarramães, motivada pelo sequestro de uma balsa pública por estes, que interromperam o tráfico na BR - 080 e mantiveram como reféns nove funcionários da FUNAI, terminando com a tribo do Cacique Raoni conseguindo a demarcação de uma área devoluta de 186.000 hectares, considerada sagrada para os índios, a margem direita do rio Xingu e a demissão do Presidente da FUNAI. Mário Andreazza nasceu em Caxias do Sul, em 20 de agosto de 1918, filho de Atílio e de Inês Corso Andreazza. Ingressou no Exército em abril de 1938 na Escola Militar do Realengo, onde foi declarado Aspirante de Infantaria em agosto de 1941. Sua carreira teve o seguinte curso: 2º Ten em Ago 1941; 1º Ten em Abr 1943; Cap em Dez 1945; Major em Abr 1953; Ten Cel em Dez 1960 e Cel em Ago 1965. As três últimas foram por merecimento. Casou com D. Liana Urtiaga Andreazza, com a qual teve dois filhos. Frequentou com destaque os seguintes cursos militares: a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e a Escola Superior de Guerra. Foi instrutor da Escola de Estado-Maior do Exército e da Missão de Instrução Brasileira no Paraguai. Foi adjunto das 2ª e 3ª seções de Estado-Maior do III Exército (atual Comando Militar do Sul), adjunto do Estado-Maior das Forças Armadas do Brasil e membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra. Com a Contra-revolução de 31 de Março de 1964, foi nomeado, como tenente-coronel, Oficial-de-Gabinete do Ministro da Guerra, General de Exército Arthur da Costa e Silva. 3 Foi um dos arquitetos da candidatura do General Costa e Silva para substituir o Marechal Humberto Castelo Branco. Com a vitória do General Costa e Silva, o Coronel Mário Andreazza foi convidado a ser o Ministro de Transportes de seu governo, tendo sido empossado em 15 de março de 1967. E daí em diante liderou obra de Engenharia ciclópica traduzida pelos seguintes empreendimentos, entre outros, com vistas à Integração e o Desenvolvimento Nacional: - Inauguração da 2ª etapa da Via Dutra: Rio-São Paulo, 1964; - Em março de 1969, inaugurou a BR 277, ligando Paranaguá a Assunção, concretizando um dos Corredores de Exportação, sonhados pelo notável geopolítico brasileiro Marechal Mário Travassos, que foi o primeiro comandante da AMAN; - Construção da Ponte Rio-Niterói; - Ponte sobre o arroio Chuí, ligando o Brasil ao Uruguai; - Construção da malha viária no interior do Parque Histórico Nacional dos Guararapes em 1971; - Construção do Trecho ferroviário Uberlândia-Araguari, inaugurado em março de 1973, integrando Brasília, via ferrovia, à malha ferroviária nacional; e - Construção da rodovia entre Porto Seguro e Baía de Cabrália. Ao término do governo do General Médici, Mário Andreazza recusou sua candidatura ao Senado pela Guanabara. Assumiu a Presidência da CEC – Equipamentos Marítimos e Industriais em Niterói e a VicePresidência da Companhia de Seguros Atlântica Boa Vista em São Paulo. Em 1977 foi um dos principais articuladores da candidatura do General João Figueiredo à Presidência da República e do qual se tornou seu Ministro do Interior. Lançou-se candidato à sucessão do Presidente João Figueiredo, ao lado das candidaturas de Paulo Maluf e Aureliano Chaves. Candidatura que terminou com a solução do Governador de Minas Tancredo Neves, como Presidente da República e José Sarney como Vice Presidente, o qual teve que assumir a Presidência em decorrência do falecimento de Tancredo Neves antes de tomar posse no cargo. Com o término do Governo do General Figueiredo, em 15 de março de 1985, deixou o Ministério dos Transportes e assumiu uma Diretoria do Bradesco Seguros. Pouco tempo depois faleceu em São Paulo, aos 77 anos, deixando sua marca indelével na vida nacional e na luta para a conquista progressiva do Objetivo Nacional Permanente do Brasil – Integração Nacional, e nela a integração rodoviária do Amazônia ao Brasil. A Transamazônica, com a qual tanto sonhou e construiu no esforço de transferir do Nordeste do Brasil, “homens sem terra, para as terras sem homens”, nos vales úmidos do Maranhão e Piauí e Amazônia, foi praticamente abandonada, cabendo a culpa a ser determinada por especialistas no assunto. O abandono lamentável da obra notável que lá realizou não será colocado, historicamente, na sua conta. E os habitantes das margens da Transamazônica, testemunhas dos anos 1970/74 da construção da Transamazônica, guardam de Mário Andreazza uma lembrança de seu carisma, grandeza, patriotismo e empenho para tornar aquela estrada uma realidade, que lamentavelmente, de lá para cá, foi deixada praticamente no abandono. Para o seu Estado Natal, o Rio Grande do Sul, o nome de Mário David Andreazza, filho de Caxias do Sul, forma 4 entre os dois heroicos gaúchos Plácido de Castro, filho de São Gabriel, ao qual muito se está a dever, quanto à incorporação do Acre ao Brasil e ao diplomata filho de Jaguarão, Joaquim Caetano da Silva, autor da obra em francês em dois volumes L`Oyapock et l`Amazone, da qual se valeu o Barão do Rio Branco para defender os interesses do Brasil no Amapá, e assim obter laudo arbitral do rei da Suíça favorável ao Brasil, emitido em 1990, incorporando em definitivo ao Brasil área de 260.000 Km. CURRICULUM VITAE do Dr. MARCOS ANTONIO TRONCA Texto elaborado pelo Acadêmico Juarez Nunes da Silva Nasceu em 18 de abril de 1965 em Caxias do Sul, cujo nome homenageia o grande pacificador LUIZ ALVES DE LIMA E SILVA, o nosso Duque de Caxias, Patrono da FAHIMTB. Marcos Antonio Tronca é filho de Domingo João César Tronca e Lourdes Maria Tronca. É casado com Cristina e pai do Júlio. Possui formação acadêmica superior nas áreas de Administração de Empresas e Direito, cursados na Fundação Universidade de Caxias do Sul. É oficial da Reserva de 2ª classe formado no curso de Artilharia em 1984, no NPOR do 3º GAAAé – Grupo Conde de Caxias. Recebeu a menção “MB” no estágio de instrução como Aspirante-aOficial. Em 1993, concluiu o Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG e, em 2007, o Curso Especial sobre Recursos de Defesa – CEGERD, da Escola Superior de Guerra. Foi REPRESENTANTE DO DELEGADO DA ADESG EM CAXIAS DO SUL – RS em 1999, função esta que exerceu até o ano de 2008. É CHANCELER HONORÁRIO, exercendo a função de DELEGADO ACADÊMICO da FALASP – Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo. É ASSESSOR ESPECIAL DO GABINETE DO PRESIDENTE DO INSTITUTO de POLÍTICA GLOBAL de Vila Velha – ES. É SÓCIO FUNDADOR da ASSOCIAÇÃO DOS ARTILHEIROS ANTIAÉREOS e da SOACONCA - Associação de Amigos do 3° Grupo de Artilharia Antiaérea, Grupo Conde de Caxias. É o PRESIDENTE DO NÚCLEO DE CAXIAS DO SUL – RS da Liga da Defesa Nacional do Estado do Rio Grande do Sul, desde 2008. Também é o PRO REGGENTE della “Custodia Del Grigo Arciere” per Il Brasile – Custodia Del Grifo Arciere – Latina – Itália – 2014. É PESQUISADOR ASSOCIADO e CORRESPONDENTE do Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército - CEPHiMEx – Departamento de Educação e Cultura do Exército – Ministério da Defesa. – 2015. Possui como trabalho acadêmico publicado, a obra intitulada: A Pena de Morte no Brasil (Um Problema ou Solução Jurídica para Conter a Criminalidade) – Universidade de Caxias do Sul – RS – 1993. Como HOMENAGENS E RECONHECIMENTOS, citamos com as mais importantes dentre várias dezenas recebidas: Diploma de Colaborador Emérito do Exército – Porto Alegre – RS – 2000; Distinção de Ordem Honorífica do Comando Ambiental da Brigada Militar – Secretaria da Segurança Pública - Brigada Militar – Porto Alegre – RS – 2009; e Título de Cidadão Emérito da Cidade de Caxias do Sul em reconhecimento aos relevantes serviços prestados a comunidade caxiense – 5 Câmara Municipal de Caxias do Sul – RS – 2014. Como PRINCIPAIS CONDECORAÇÕES NACIONAIS, cito: Medalha Bento Gonçalves – Grande Oriente do Rio Grande do Sul – 2001; Medalha do Mérito Histórico Farroupilha – Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul – 2005; Real Ordem do Mérito Cultural Dom João VI de Portugal – Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo – FALASP – 2008; Medalha de Distinção do Artilheiro Antiaéreo – Associação dos Artilheiros Antiaéreos – Caxias do Sul/RS – 2009; Medalha de Reconhecimento do Tribunal de Justiça Militar – “Grau de Distinção” – Tribunal de Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul – Porto Alegre/RS – 2009; Medalha do Mérito do Ex-Combatente do Brasil - Conselho Nacional da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil – Rio de Janeiro/RJ – 2010; Medalha Israel Pinheiro – Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais – Belo Horizonte/MG – 2012; Medalha Serviços Distintos – Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul - Brigada Militar – Porto Alegre/RS – 2012; Medalha Conde de Caxias – Associação de Amigos do 3° Grupo de Artilharia Antiaérea, Grupo Conde de Caxias- SOACONCA – Caxias do Sul/RS – 2013; Comenda 12° BPM, Grau Bronze – 12° Batalhão de Polícia Militar – Brigada Militar – Secretaria da Segurança Pública – Caxias do Sul – RS – 2015; e Medalha Marechal Mascarenhas de Moraes – ANVFEB – Associação Nacional dos Veteranos da FEB – Rio de Janeiro – RJ – 2016. PRINCIPAIS CONDECORAÇÕES INTERNACIONAIS: Medalha Zwyciestwa – Vitória dos Combatentes Poloneses - Associação dos Ex-Combatentes Poloneses – SPK – 2006; Croix de la Charité – Ordre Militaire et Hospitalier de Saint–Lazare de Jerusalem – França/Grão Prior do Brasil - São Paulo - SP – 2007; Orden Militar Piedra del Sol – Asociación de Auxiliares Militares y Policiales de Agregadurás Extranjeras – Cidade do México – México – 2009; Croce d’Oro del Grifo Arciere - Custodia del Grifo Arciere – Latina – Itália – 2010; e Medaglia Europea – Federazione Italiana dei Combattenti Alleati – Itália – 2015. Pelo rico currículo resumidamente apresentado do Dr. Marcos Antonio Tronca, cuja trajetória é marcada pela dedicação, comprometimento e trabalho profícuo em entidades de cunho sócio-cultural, de pesquisa histórica e de caráter cívicopatriótico, reconhecido com láureas nacionais e internacionais, a FAHIMTB/AHIMTB/RS como justo reconhecimento aos seus esforços em estimular o patriotismo de forma consciente, o culto aos nossos símbolos, a dignificação da nossa história, o respeito as nossas instituições e a prática do civismo como virtude do brasileiro, resolve conceder ao Dr. Marcos Antonio Tronca, o título de Acadêmico, na certeza de que o mesmo vai engrandecer os trabalhos da Federação das Academias de História Militar Terrestre do Brasil e o Instituto de História e Tradições do RGS. Desejo continuado sucesso, agora como Acadêmico. Abaixo, imagens do evento 6 Abertura dos trabalhos – Mesa das autoridades O Dr. Tronca, recebendo o Distintivo da FAHIMTB através da esposa e do Delegado Acadêmico Juarez Nunes da Silva 7 O novo Acadêmico recebendo o Diploma das mãos do Ten Cel Márcio Faccin, Cmt do 3º GAAAé O Dr. Marcos Tronca realizando a alocução sobre seu Patrono Cel Mário David Andreazza 8 Da esquerda para a direita, TC Faccin, Marcos Tronca, a esposa dona Cristina e Juarez Nunes da Silva. Abaixo, imagem do Diploma de Acadêmico. 9 Acima, os novos Membros-Efetivos da AHIMTB/RS – Delegacia Gen Morivalde Calvet Fagundes – Caxias do Sul. Abaixo, os mesmos, portando seus Termos de Posse, acompanhados de familiares e do Delegado Juarez Nunes da Silva. 10 Entrega das condecorações da Retomada de Uruguaiana. Acima, o Cel Caminha, recebendo a sua e a do Cel Bento. Abaixo, o Ten Cel Faccin, Cmt do 3º GAAAé. 11 Dona Adelina, viúva do Acadêmico Alvino Melquides Brugalli, recebendo em nome de seu marido a medalha das mãos do seu genro Juarez Nunes da Silva, Delegado em Caxias do Sul. Abaixo, imagem dos agraciados em conjunto, cada um com o Diploma da Medalha. 12 O Acadêmico Marcos Tronca e autoridades, inclusive o representante da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul (ao centro, de óculos). O Cmt do 3º GAAAé TC Faccin e o Acadêmico Marcos Tronca 13 O Acadêmico Marcos Tronca, a esposa dona Cristina e o filho Júlio César. 14 Da direita para a esquerda, Cel Caminha, Marcos Tronca e Juarez Nunes da Silva. O Cel Caminha está com duas condecorações da Retomada de Uruguaiana, uma sua e outra que recebeu em nome do Cel Claudio Moreira Bento, Presidente da FAHIMTB. Imagem da Medalha da Retomada de Uruguaiana, comemorativa dos 150 anos daquele evento no início da Guerra do Paraguai em 1865. 15 Atividade final do evento. O Cel Caminha realizando a palestra sobre o Seminário da Força Expedicionária Brasileira na Itália em 2015. Finalizando, queremos agradecer uma vez mais ao Cmt do 3º GAAAé, Ten Cel Faccin, a disponibilidade do local e, mais do que isso, a sua presença no evento, o que certamente conferiu maior grandeza ao mesmo. Destacamos também a importância das suas palavras na abertura da Sessão, nas quais destacou o valor da História Militar tanto para militares como para civis, principalmente no que se refere aos aspectos ligados à Segurança Nacional. Editor: Luiz Ernani Caminha Giorgis, Cel Inf EM Presidente da AHIMTB/RS (lecaminha@gmail.com) Acesse nossos sites: www.ahimtb.org.br e www.acadhistoria.com.br

Nenhum comentário: